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A cultura inculta

Allan Bloom
Europa-América
Português PT

Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€9
Mais detalhes
  • Ano
  • 1989
  • Colecção
  • Estudos e Documentos 242
  • Tradutor
  • Francisco Faia
  • Código
  • LT004776
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 14,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 371

Descrição

Em A Cultura Inculta - Ensaio sobre o Declínio da Cultura Geral, Allan Bloom, professor de História das Ideias na Universidade de Chicago e notável tradutor de Platão e Rousseau, afirma que a crise social e política do Ocidente no século XX é realmente uma crise intelectual. Desde a falta de objectivos das universidades à falta de conhecimentos dos estudantes, desde os clichés da libertação à substituição da razão pela "criatividade", Bloom mostra como a democracia ocidental acolheu inconscientemente ideias vulgarizadas de niilismo e desespero, de relativismo disfarçado de tolerância. O que vemos hoje, de acordo com Bloom, é gente nova que, sem uma compreensão do passado e uma visão do futuro, vive um presente empobrecido. E as universidades, a quem se confiou a sua educação, já não proporcionam os conhecimentos da grande tradição da filosofia e literatura que tornaram os estudantes conscientes da ordem da natureza e do lugar do homem dentro dela. A educação superior não consegue despertar ou alimentar o autoconhecimento que tem sido sempre a base do saber sério e humano.

A cultura inculta

€9

Allan Bloom
Europa-América
Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 1989
  • Colecção
  • Estudos e Documentos 242
  • Tradutor
  • Francisco Faia
  • Código
  • LT004776
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 14,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 371
Descrição

Em A Cultura Inculta - Ensaio sobre o Declínio da Cultura Geral, Allan Bloom, professor de História das Ideias na Universidade de Chicago e notável tradutor de Platão e Rousseau, afirma que a crise social e política do Ocidente no século XX é realmente uma crise intelectual. Desde a falta de objectivos das universidades à falta de conhecimentos dos estudantes, desde os clichés da libertação à substituição da razão pela "criatividade", Bloom mostra como a democracia ocidental acolheu inconscientemente ideias vulgarizadas de niilismo e desespero, de relativismo disfarçado de tolerância. O que vemos hoje, de acordo com Bloom, é gente nova que, sem uma compreensão do passado e uma visão do futuro, vive um presente empobrecido. E as universidades, a quem se confiou a sua educação, já não proporcionam os conhecimentos da grande tradição da filosofia e literatura que tornaram os estudantes conscientes da ordem da natureza e do lugar do homem dentro dela. A educação superior não consegue despertar ou alimentar o autoconhecimento que tem sido sempre a base do saber sério e humano.