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515 O lugar do espelho – Arte e numerologia xx

LT008643
2003
Lima de Freitas

Editora Hugin
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€50
Mais detalhes
  • Ano
  • 2003
  • Código
  • LT008643
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 402

Descrição

Partindo do misterioso «515», número do Enviado de Deus, como afirma Beatriz na Divina Comédia, de Dante, o autor dedica-se a uma investigação fascinante através das tradições pitagóricas e cabalísticas na arte e no pensamento tradicional. Faz- nos descobrir os traços secretos deste número pentagonal, tanto na iconografia egípcia como nos vitrais e gravuras da Idade Média cristã, nalgumas obras-primas célebres como a Melancolia de Albrecht Dürer ou os Painéis, de Nuno Gonçalves. No prefácio, Gilbert Durand diz, deste «livro mestre», que não é somente um sábio estudo sobre um mistério artístico e literário, circunscrito, embora apaixonante, mas a sua «minuciosa análise» se situa na ponta de uma tripla «vanguarda»: a de uma ciência de ponta, a de uma reflexão metafísica e teofânica, enfim, a de uma séria retomada de saberes tradicionais, como a numerologia, a alquimia, etc. O triplo rigor deste livro contribuirá, sem dúvida, para esta desmistificação de segundo grau, «coração da nossa mais urgente modernidade»... na medida em que é verdade, para retomar as palavras de Mircea Eliade, que a mistificação tem, também ela, mudado radicalmente de sentido, e agora é necessário desconfiar das desmistificações tão mistificadoras dos modernismos do século passado.

515 O lugar do espelho – Arte e numerologia xx

€50

LT008643
2003
Lima de Freitas
Editora Hugin
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2003
  • Código
  • LT008643
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  • Nº Páginas
  • 402
Descrição

Partindo do misterioso «515», número do Enviado de Deus, como afirma Beatriz na Divina Comédia, de Dante, o autor dedica-se a uma investigação fascinante através das tradições pitagóricas e cabalísticas na arte e no pensamento tradicional. Faz- nos descobrir os traços secretos deste número pentagonal, tanto na iconografia egípcia como nos vitrais e gravuras da Idade Média cristã, nalgumas obras-primas célebres como a Melancolia de Albrecht Dürer ou os Painéis, de Nuno Gonçalves. No prefácio, Gilbert Durand diz, deste «livro mestre», que não é somente um sábio estudo sobre um mistério artístico e literário, circunscrito, embora apaixonante, mas a sua «minuciosa análise» se situa na ponta de uma tripla «vanguarda»: a de uma ciência de ponta, a de uma reflexão metafísica e teofânica, enfim, a de uma séria retomada de saberes tradicionais, como a numerologia, a alquimia, etc. O triplo rigor deste livro contribuirá, sem dúvida, para esta desmistificação de segundo grau, «coração da nossa mais urgente modernidade»... na medida em que é verdade, para retomar as palavras de Mircea Eliade, que a mistificação tem, também ela, mudado radicalmente de sentido, e agora é necessário desconfiar das desmistificações tão mistificadoras dos modernismos do século passado.