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A minha vida – Isadora Duncan xx

LT007515
2018
Isadora Duncan

Editora Sistema Solar
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€16
Mais detalhes
  • Ano
  • 2018
  • Idioma Original
  • Inglês
  • Tradutor
  • José Domingos Morais
  • Código
  • LT007515
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 383

Descrição

«Descobri que a dança é a digna companheira dos poemas de Walt Whitman.» Isadora Duncan

Isadora Duncan nasce em São Francisco da Califórnia, a 27 de Maio de 1877, «quando Vénus se encontrava em ascendência», tal como ela gostava de dizer, segundo referem alguns comentadores da sua vida. É certo que a sua autobiografia, agora traduzida, não esconde os seus amores e paixões, mas revela-nos as fontes de inspiração das suas ideias sobre a arte da dança e o modo como as pôs em prática. Isadora, ao dançar, ignorava as técnicas do ballet clássico. Não usava sapatilhas, dançava com os pés nus e os cabelos soltos, vestia túnicas leves e ondulantes e movimentava-se num cenário constituído única e simplesmente por uma cortina. Isadora amava a natureza e a sua dança inspirava-se no vento e nas árvores a baloiçar, na ondulação das águas do mar, no voo das aves e nos movimentos dos outros animais.

A minha vida – Isadora Duncan xx

€16

LT007515
2018
Isadora Duncan
Editora Sistema Solar
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2018
  • Idioma Original
  • Inglês
  • Tradutor
  • José Domingos Morais
  • Código
  • LT007515
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 383
Descrição

«Descobri que a dança é a digna companheira dos poemas de Walt Whitman.» Isadora Duncan

Isadora Duncan nasce em São Francisco da Califórnia, a 27 de Maio de 1877, «quando Vénus se encontrava em ascendência», tal como ela gostava de dizer, segundo referem alguns comentadores da sua vida. É certo que a sua autobiografia, agora traduzida, não esconde os seus amores e paixões, mas revela-nos as fontes de inspiração das suas ideias sobre a arte da dança e o modo como as pôs em prática. Isadora, ao dançar, ignorava as técnicas do ballet clássico. Não usava sapatilhas, dançava com os pés nus e os cabelos soltos, vestia túnicas leves e ondulantes e movimentava-se num cenário constituído única e simplesmente por uma cortina. Isadora amava a natureza e a sua dança inspirava-se no vento e nas árvores a baloiçar, na ondulação das águas do mar, no voo das aves e nos movimentos dos outros animais.