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Almada e o Número (1ª ed.) xx

LT007778
1977
Lima de Freitas

Editora Arcádia
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Capa dura
Disponib. - Indisponível

€70
Mais detalhes
  • Ano
  • 1977
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT007778
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 22,00 x 24,00 x
  • Nº Páginas
  • 197

Descrição

Primeira Edição, 1977

«Almada e o Número foi o livro que marcou o meu “baptismo” de geometria simbólica ou sagrada, como se diz de um "baptismo de fogo”. Foi escrito no Verão de 1974 para inaugurar a actividade de uma nova editora, que nunca chegou a sê-lo, interrompida logo à nascença pela “revolução dos cravos”. (...) Se para Almada Negreiros enquanto geómetra pitagorizante tudo começou com os Painéis atribuídos a Nuno Gonçalves e com a decisão de, por eles, "ir ao encontro do cânone", para mim foi com a decisão de escrever uma introdução à questão dos traçados geométricos em Almada Negreiros que se iniciou, há mais de três lustros, a demanda do "Número", ou mais propriamente da "Figura" - "número" e "figura" que representam, emblematicamente, o que podemos classificar de segredo último da arte e chave da consciência mais alta e intercessora, ligando o que está em cima ao que está em baixo e o que está em baixo ao que está em cima, o homem à sua essência, a obra à sua função sacralizante. Com efeito dizer "número" ou "figura" é dizer "encarnação", pois trata-se de encontrar em linguagem - sinais, esquemas, traçados, números, palavras - a equivalência (a um tempo falsa na sua função descritiva ou de enunciação e verdadeira na sua intenção alusiva ou de anunciação) do que, por essência, está fora ou para além de todas as linguagens.»


LT007778
1977
Lima de Freitas
Editora Arcádia
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Capa dura
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1977
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT007778
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 22,00 x 24,00 x
  • Nº Páginas
  • 197
Descrição

Primeira Edição, 1977

«Almada e o Número foi o livro que marcou o meu “baptismo” de geometria simbólica ou sagrada, como se diz de um "baptismo de fogo”. Foi escrito no Verão de 1974 para inaugurar a actividade de uma nova editora, que nunca chegou a sê-lo, interrompida logo à nascença pela “revolução dos cravos”. (...) Se para Almada Negreiros enquanto geómetra pitagorizante tudo começou com os Painéis atribuídos a Nuno Gonçalves e com a decisão de, por eles, "ir ao encontro do cânone", para mim foi com a decisão de escrever uma introdução à questão dos traçados geométricos em Almada Negreiros que se iniciou, há mais de três lustros, a demanda do "Número", ou mais propriamente da "Figura" - "número" e "figura" que representam, emblematicamente, o que podemos classificar de segredo último da arte e chave da consciência mais alta e intercessora, ligando o que está em cima ao que está em baixo e o que está em baixo ao que está em cima, o homem à sua essência, a obra à sua função sacralizante. Com efeito dizer "número" ou "figura" é dizer "encarnação", pois trata-se de encontrar em linguagem - sinais, esquemas, traçados, números, palavras - a equivalência (a um tempo falsa na sua função descritiva ou de enunciação e verdadeira na sua intenção alusiva ou de anunciação) do que, por essência, está fora ou para além de todas as linguagens.»