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Autobiografia científica

Aldo Rossi
Edições 70
Português PT

Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€13
Mais detalhes
  • Ano
  • 2013
  • Colecção
  • Arquitectura e Urbanismo
  • Tradutor
  • José Charters Monteiro
  • Código
  • LT005097
  • ISBN
  • 9789724417479
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 138

Descrição

Prefácio e posfácio de Vincent Scully.

Inclui desenhos em extra-texto.

«Sentimos que algo de grande aconteceu, que Aldo Rossi abriu uma janela em branco para a visão. Foi capaz de se despojar quase inteiramente da ideologia. Consequentemente não há uma relação predeterminada entre coisas, nenhuma hierarquia. Cada coisa é vista como nova, podendo estar relacionada com outras coisas de uma nova maneira. Esta é a grande força de Aldo Rossi; possibilita que os seus olhos se foquem na vida não racional dos objectos, da qual se pode dizer que acontece no cérebro do homem sem se identificar com a sua razão. Assim, o adjectivo “científico” que Rossi emprega, toma um matiz irónico mas verdadeiramente sério. Aldo Rossi não começou com esta visão; ninguém o faz. A sua “A arquitectura da cidade” era um argumento racional. Agora há qualquer coisa mais; tudo o que impede a irracionalidade da percepção foi percorrido e posto de parte.» do prefácio de Vincent Scully

Autobiografia científica

€13

Aldo Rossi
Edições 70
Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 2013
  • Colecção
  • Arquitectura e Urbanismo
  • Tradutor
  • José Charters Monteiro
  • Código
  • LT005097
  • ISBN
  • 9789724417479
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 138
Descrição

Prefácio e posfácio de Vincent Scully.

Inclui desenhos em extra-texto.

«Sentimos que algo de grande aconteceu, que Aldo Rossi abriu uma janela em branco para a visão. Foi capaz de se despojar quase inteiramente da ideologia. Consequentemente não há uma relação predeterminada entre coisas, nenhuma hierarquia. Cada coisa é vista como nova, podendo estar relacionada com outras coisas de uma nova maneira. Esta é a grande força de Aldo Rossi; possibilita que os seus olhos se foquem na vida não racional dos objectos, da qual se pode dizer que acontece no cérebro do homem sem se identificar com a sua razão. Assim, o adjectivo “científico” que Rossi emprega, toma um matiz irónico mas verdadeiramente sério. Aldo Rossi não começou com esta visão; ninguém o faz. A sua “A arquitectura da cidade” era um argumento racional. Agora há qualquer coisa mais; tudo o que impede a irracionalidade da percepção foi percorrido e posto de parte.» do prefácio de Vincent Scully