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Pensar a música, mudar o mundo: Fernando Lopes-Graça xx

LT014240
2006
Mário Vieira de Carvalho

Editora Campo das Letras
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€14
Mais detalhes
  • Ano
  • 2006
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT014240
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 13,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 267

Descrição

Lopes-Graça jamais buscou o êxito fácil perante um qualquer público e também nunca se preocupou com a moda. Ao contrário de outros, que, por adesão a um credo estético ou ideológico, se perfilaram como adeptos, ora desta, ora daquela «escola» artística, ou que primeiro defenderam e depois condenaram certas correntes ou tendências da música europeia, Lopes-Graça não andou aos ziguezagues; manteve a sua linha, defendeu o seu percurso próprio, interior, de construção ou descoberta da individualidade artística, como parte integrante de afirmação da sua própria diferença ou singularidade como pessoa. Há mudança, há contrastes, há diferenças ao longo desse percurso, como não podia deixar de ser numa personalidade tão culta, multifacetada e dinâmica, mas tudo o que de diferente nele acontece é testemunho de um mesmo imperativo de autenticidade, de coerência estética e ética, que ele se impôs a si próprio.

Pensar a música, mudar o mundo: Fernando Lopes-Graça xx

€14

LT014240
2006
Mário Vieira de Carvalho
Editora Campo das Letras
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2006
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT014240
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 13,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 267
Descrição

Lopes-Graça jamais buscou o êxito fácil perante um qualquer público e também nunca se preocupou com a moda. Ao contrário de outros, que, por adesão a um credo estético ou ideológico, se perfilaram como adeptos, ora desta, ora daquela «escola» artística, ou que primeiro defenderam e depois condenaram certas correntes ou tendências da música europeia, Lopes-Graça não andou aos ziguezagues; manteve a sua linha, defendeu o seu percurso próprio, interior, de construção ou descoberta da individualidade artística, como parte integrante de afirmação da sua própria diferença ou singularidade como pessoa. Há mudança, há contrastes, há diferenças ao longo desse percurso, como não podia deixar de ser numa personalidade tão culta, multifacetada e dinâmica, mas tudo o que de diferente nele acontece é testemunho de um mesmo imperativo de autenticidade, de coerência estética e ética, que ele se impôs a si próprio.