Por Exemplo a Cadeira é um ensaio sobre as artes do corpo e uma arqueologia da descida do corpo à terra, em paisagem urbana. Reflecte sobre a evolução do conceito do corpo “abstracto e desmaterializado” do romantismo ao “corpo físico” e multicultural contemporâneo. Faz uma aproximação ao espaço social e ideológico que serviu de base à dissolução sistemática de fronteiras e normas. Começando com Isadora Duncan e atravessando o cenário agitado dos movimentos artísticos (entre outros, surrealismo, expressionismo, bauhaus, dada, arte pop), reconstitui-se a busca de uma nova linguagem, que encontra o veículo da livre expressão na performance, teatro-dança e todas as formas de arte híbridas desenvolvidas neste século, a par do desenvolvimento científico e tecnológico e da velocidade de comunicação.
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Por Exemplo a Cadeira é um ensaio sobre as artes do corpo e uma arqueologia da descida do corpo à terra, em paisagem urbana. Reflecte sobre a evolução do conceito do corpo “abstracto e desmaterializado” do romantismo ao “corpo físico” e multicultural contemporâneo. Faz uma aproximação ao espaço social e ideológico que serviu de base à dissolução sistemática de fronteiras e normas. Começando com Isadora Duncan e atravessando o cenário agitado dos movimentos artísticos (entre outros, surrealismo, expressionismo, bauhaus, dada, arte pop), reconstitui-se a busca de uma nova linguagem, que encontra o veículo da livre expressão na performance, teatro-dança e todas as formas de arte híbridas desenvolvidas neste século, a par do desenvolvimento científico e tecnológico e da velocidade de comunicação.