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Um dia em Yevre xx

LT008899
1995
Maria do Carmo Galvão Teles

Editora Assírio e Alvim
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€11
Mais detalhes
  • Ano
  • 1995
  • Colecção
  • Livros de Fotografia 8
  • Código
  • LT008899

Descrição

Em 1984, Maria do Carmo Galvão Teles e Maria Nobre Franco, sócias na Galeria Valentim de Carvalho, que ambas dirigiam, visitam o casal Maria Helena Vieira da Silva ) e Árpád Szenes. Passam um dia na casa de campo do casal de artistas, em Yèvre-Le-Châtel, no Loiret. Espaço de convívio e de trabalho, além da casa conhecida por “La Maréchalerie” os pintores tinham cada um o seu atelier, era ali que passavam os meses de Verão e onde recebiam os amigos… A serenidade que perpassa das fotografias revela o ambiente vivido naquele dia em Yèvre. Vieira da Silva não gostava de ser fotografada, dizia que os fotógrafos eram como os comerciantes que se enganavam sempre no troco a favor deles. São raros os fotógrafos que admira e por quem se deixa retratar: Denise Colomb, Willy Maywald, Claude Michaelides, Luc Joubert, Ida Kar, Claude Magelhaes, Ursula Zangger e os portugueses João Cutileiro e Maria do Carmo Galvão Teles. A doença de Arpad aumenta a sua resistência a ser captada pela câmara. Arpad viria a morrer no início de 1985, três meses após esta sessão fotográfica, a última que faria.”

Um dia em Yevre xx

€11

LT008899
1995
Maria do Carmo Galvão Teles
Editora Assírio e Alvim
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1995
  • Colecção
  • Livros de Fotografia 8
  • Código
  • LT008899
Descrição

Em 1984, Maria do Carmo Galvão Teles e Maria Nobre Franco, sócias na Galeria Valentim de Carvalho, que ambas dirigiam, visitam o casal Maria Helena Vieira da Silva ) e Árpád Szenes. Passam um dia na casa de campo do casal de artistas, em Yèvre-Le-Châtel, no Loiret. Espaço de convívio e de trabalho, além da casa conhecida por “La Maréchalerie” os pintores tinham cada um o seu atelier, era ali que passavam os meses de Verão e onde recebiam os amigos… A serenidade que perpassa das fotografias revela o ambiente vivido naquele dia em Yèvre. Vieira da Silva não gostava de ser fotografada, dizia que os fotógrafos eram como os comerciantes que se enganavam sempre no troco a favor deles. São raros os fotógrafos que admira e por quem se deixa retratar: Denise Colomb, Willy Maywald, Claude Michaelides, Luc Joubert, Ida Kar, Claude Magelhaes, Ursula Zangger e os portugueses João Cutileiro e Maria do Carmo Galvão Teles. A doença de Arpad aumenta a sua resistência a ser captada pela câmara. Arpad viria a morrer no início de 1985, três meses após esta sessão fotográfica, a última que faria.”