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Cesário Verde – Um génio ignorado xxxx

Maria Filomena Mónica
Aletheia
Português PT

Estado : Como Novo
Disponib. - Por encomenda

€8
Mais detalhes
  • Ano
  • 2007
  • Código
  • LT001938
  • ISBN
  • 9789896221157
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 14,00 x 18,00 x
  • Nº Páginas
  • 168

Descrição

Cesário Verde foi o introdutor da poesia moderna em Portugal. Ignorado à época, passaram-se décadas antes que o seu valor fosse reconhecido. A descoberta ficou a dever-se a Fernando Pessoa que, um dia, sobre ele escreveu: «O sentimento é forte e sincero, mas reprimido: e é nisto que Cesário é curioso. É um português que reprime o sentimento». Cesário é hoje um clássico da Literatura Portuguesa, mas pouco se sabe da sua vida. Maria Filomena Mónica, que já escrevera as biografias de Fontes Pereira de Melo, D. Pedro V e Eça de Queirós, tenta abordar aqui a obra e a vida de Cesário não só à luz do período em que viveu, mas relembrando o que os poetas, seus contemporâneos, andavam a escrever enquanto estes versos eram publicados: «Nas nossas ruas, ao anoitecer, / Há tal soturnidade, há tal melancolia…». É no contexto da poesia declamatória do seu tempo que a genialidade de Cesário pode ser compreendida.


Maria Filomena Mónica
Aletheia
Português PT
Estado : Como Novo
Disponib. - Por encomenda

Mais detalhes
  • Ano
  • 2007
  • Código
  • LT001938
  • ISBN
  • 9789896221157
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 14,00 x 18,00 x
  • Nº Páginas
  • 168
Descrição

Cesário Verde foi o introdutor da poesia moderna em Portugal. Ignorado à época, passaram-se décadas antes que o seu valor fosse reconhecido. A descoberta ficou a dever-se a Fernando Pessoa que, um dia, sobre ele escreveu: «O sentimento é forte e sincero, mas reprimido: e é nisto que Cesário é curioso. É um português que reprime o sentimento». Cesário é hoje um clássico da Literatura Portuguesa, mas pouco se sabe da sua vida. Maria Filomena Mónica, que já escrevera as biografias de Fontes Pereira de Melo, D. Pedro V e Eça de Queirós, tenta abordar aqui a obra e a vida de Cesário não só à luz do período em que viveu, mas relembrando o que os poetas, seus contemporâneos, andavam a escrever enquanto estes versos eram publicados: «Nas nossas ruas, ao anoitecer, / Há tal soturnidade, há tal melancolia…». É no contexto da poesia declamatória do seu tempo que a genialidade de Cesário pode ser compreendida.