• 967 224 138
  • Contactos

Estilística da língua portuguesa

LT010299
1977
M. Rodrigues Lapa

Editora Coimbra
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Capa dura
Disponib. - Em stock

€15
Mais detalhes
  • Ano
  • 1977
  • Edição
  • 9
  • Código
  • LT010299
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 297

Descrição

Manuel Rodrigues Lapa (Anadia, 22 de abril de 1897 — 28 de março de 1989) foi um filólogo português. "Homem inquieto, sensível e exigente", foi professor catedrático da Universidade de Lisboa. Doutorou-se com a tese Das Origens da Poesia Lírica em Portugal na Idade Média (1930). Foi afastado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa "a única escola do mundo para onde se entrava a descer", em 1935, por motivos políticos e tomadas de posição contra "as tristezas e vergonhas" da época salazarista e contra os "profetas e salvadores que ela nos tentava impingir". Uma vez afastado da Universidade, com mais 32 funcionários civis e militares, dentre os quais Norton de Matos, Abel Salazar, Aurélio Quintanilha, Carvalhão Duarte e Dias Pereira, dedicou-se ao jornalismo, tendo sido director de O Diabo, onde substituiu Ferreira de Castro, e à investigação literária.

Estilística da língua portuguesa

€15

LT010299
1977
M. Rodrigues Lapa
Editora Coimbra
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Capa dura
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 1977
  • Edição
  • 9
  • Código
  • LT010299
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 297
Descrição

Manuel Rodrigues Lapa (Anadia, 22 de abril de 1897 — 28 de março de 1989) foi um filólogo português. "Homem inquieto, sensível e exigente", foi professor catedrático da Universidade de Lisboa. Doutorou-se com a tese Das Origens da Poesia Lírica em Portugal na Idade Média (1930). Foi afastado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa "a única escola do mundo para onde se entrava a descer", em 1935, por motivos políticos e tomadas de posição contra "as tristezas e vergonhas" da época salazarista e contra os "profetas e salvadores que ela nos tentava impingir". Uma vez afastado da Universidade, com mais 32 funcionários civis e militares, dentre os quais Norton de Matos, Abel Salazar, Aurélio Quintanilha, Carvalhão Duarte e Dias Pereira, dedicou-se ao jornalismo, tendo sido director de O Diabo, onde substituiu Ferreira de Castro, e à investigação literária.