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O ouriço e a raposa xx

LT011678
2020
Isaiah Berlin

Editora Guerra & Paz
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€9
Mais detalhes
  • Ano
  • 2020
  • Tradutor
  • Maria João Madeira
  • Código
  • LT011678
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 15,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 180

Descrição

Num livro de esplêndida erudição literária e filosófica, Isaiah Berlin usa esta parábola animal para dividir a humanidade, de forma espirituosa, em ouriços e raposas. Classificação simples na aparência, mas que confronta dois modos existenciais de enfrentar a realidade. As raposas julgam saber muitas coisas, aceitando, por isso, uma visão global do mundo que as ultrapassa. A sua pluralidade de saberes leva-as a reconciliarem-se com os limites do que sabem, vivendo felizes com isso. Os ouriços, pelo contrário, querem saber uma grande coisa, procurando obsessivamente que essa grande coisa dê uma unidade formal à realidade, única forma de se reconciliarem com o mundo. As suas vidas podem, por essa razão, ser menos felizes.

Feliz, e delicioso, é este ensaio que flui, como um rio, distribuindo pelas suas margens os ouriços que são Dante, Pascal, Ibsen ou Marcel Proust e as raposas que terão sido Shakespeare, Heródoto, Aristóteles, Montaigne, Goethe ou James Joyce. A distinção entre a raposa pluralista e o ouriço obstinado converteu-se num padrão da nossa análise cultural, fazendo deste livro um marco de prazer e de saber, que perdura.

O ouriço e a raposa xx

€9

LT011678
2020
Isaiah Berlin
Editora Guerra & Paz
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2020
  • Tradutor
  • Maria João Madeira
  • Código
  • LT011678
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 15,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 180
Descrição

Num livro de esplêndida erudição literária e filosófica, Isaiah Berlin usa esta parábola animal para dividir a humanidade, de forma espirituosa, em ouriços e raposas. Classificação simples na aparência, mas que confronta dois modos existenciais de enfrentar a realidade. As raposas julgam saber muitas coisas, aceitando, por isso, uma visão global do mundo que as ultrapassa. A sua pluralidade de saberes leva-as a reconciliarem-se com os limites do que sabem, vivendo felizes com isso. Os ouriços, pelo contrário, querem saber uma grande coisa, procurando obsessivamente que essa grande coisa dê uma unidade formal à realidade, única forma de se reconciliarem com o mundo. As suas vidas podem, por essa razão, ser menos felizes.

Feliz, e delicioso, é este ensaio que flui, como um rio, distribuindo pelas suas margens os ouriços que são Dante, Pascal, Ibsen ou Marcel Proust e as raposas que terão sido Shakespeare, Heródoto, Aristóteles, Montaigne, Goethe ou James Joyce. A distinção entre a raposa pluralista e o ouriço obstinado converteu-se num padrão da nossa análise cultural, fazendo deste livro um marco de prazer e de saber, que perdura.