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A sociedade do espectáculo xxx

LT006688

Guy Debord

Editora Antígona
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€16
Mais detalhes
  • Código
  • LT006688

Descrição

Publicada em 1967, A Sociedade do Espectáculo é a obra filosófica e política mais famosa de Guy Debord e uma análise impiedosa da invasão de todos os aspectos do quotidiano pelo capitalismo moderno. O espectáculo, segundo o autor, «uma droga para escravos» que empobrece a verdadeira qualidade da vida, é apontado como uma imagem invertida da sociedade desejável, na qual as relações entre as mercadorias suplantaram os laços que unem as pessoas, conferindo-se a primazia à identificação passiva, em detrimento da genuína actividade. O autor afirma que «quanto mais [o espectador] aceita reconhecer-se nas imagens dominantes da necessidade, menos compreende a sua própria existência e o seu próprio desejo». A Sociedade do Espectáculo oculta uma das grandes contestações revolucionárias. «Num mundo realmente às avessas, o verdadeiro é um momento do falso.» E o espectáculo a suprema falsificação da vida.

A sociedade do espectáculo xxx

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Guy Debord
Editora Antígona
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
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Publicada em 1967, A Sociedade do Espectáculo é a obra filosófica e política mais famosa de Guy Debord e uma análise impiedosa da invasão de todos os aspectos do quotidiano pelo capitalismo moderno. O espectáculo, segundo o autor, «uma droga para escravos» que empobrece a verdadeira qualidade da vida, é apontado como uma imagem invertida da sociedade desejável, na qual as relações entre as mercadorias suplantaram os laços que unem as pessoas, conferindo-se a primazia à identificação passiva, em detrimento da genuína actividade. O autor afirma que «quanto mais [o espectador] aceita reconhecer-se nas imagens dominantes da necessidade, menos compreende a sua própria existência e o seu próprio desejo». A Sociedade do Espectáculo oculta uma das grandes contestações revolucionárias. «Num mundo realmente às avessas, o verdadeiro é um momento do falso.» E o espectáculo a suprema falsificação da vida.