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Crítica da modernidade xxxxx

LT010818
1994
Alain Touraine

Editora Piaget Ed.
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€14
Mais detalhes
  • Ano
  • 1994
  • Tradutor
  • Fátima Gaspar; Carlos Gaspar
  • Código
  • LT010818
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 16,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 461

Descrição

O Ocidente acreditou, durante muito tempo, que a modernidade era o triunfo da razão, a destruição das tradições e das crenças, mas, actualmente, todas as «categorias» que estavam submetidas às «elites esclarecidas» revoltaram-se e recusaram chamar moderno a um mundo que não reconhece a sua experiência particular ou o seu acesso ao universal. É urgente, hoje, mais do que nunca, escutar a voz do indivíduo. Alain Touraine, sociólogo famoso, nesta sua obra fundamental, distancia-se dos meandros tradicionais da sociologia para privilegiar o domínio da ética. Defende que a única forma de impedir a fragmentação da sociedade moderna é o reconhecimento da importância do indivíduo contra a lógica do mercado e do poder. Só um diálogo persistente e aberto entre a razão e o indivíduo poderá manter o caminho da liberdade.

Crítica da modernidade xxxxx

€14

LT010818
1994
Alain Touraine
Editora Piaget Ed.
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1994
  • Tradutor
  • Fátima Gaspar; Carlos Gaspar
  • Código
  • LT010818
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 16,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 461
Descrição

O Ocidente acreditou, durante muito tempo, que a modernidade era o triunfo da razão, a destruição das tradições e das crenças, mas, actualmente, todas as «categorias» que estavam submetidas às «elites esclarecidas» revoltaram-se e recusaram chamar moderno a um mundo que não reconhece a sua experiência particular ou o seu acesso ao universal. É urgente, hoje, mais do que nunca, escutar a voz do indivíduo. Alain Touraine, sociólogo famoso, nesta sua obra fundamental, distancia-se dos meandros tradicionais da sociologia para privilegiar o domínio da ética. Defende que a única forma de impedir a fragmentação da sociedade moderna é o reconhecimento da importância do indivíduo contra a lógica do mercado e do poder. Só um diálogo persistente e aberto entre a razão e o indivíduo poderá manter o caminho da liberdade.