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Nova Atlântida xxxxxx

LT004200
1976
Francis Bacon

Editora Minerva
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€6
Mais detalhes
  • Ano
  • 1976
  • Colecção
  • Textos Tradicionais
  • Tradutor
  • Fernanda Pinto Rodrigues
  • Capa
  • Manuel Joaquim Gandra
  • Código
  • LT004200
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 12,00 x 18,00 x
  • Nº Páginas
  • 79

Descrição

Ler Bacon é voltar a colocar as perguntas mais simples mas também mais decisivas: O que é conhecer? Para quê conhecer? Se o conhecimento é uma forma de poder, como deve ser este poder exercido? Quais os benefícios e riscos desse exercício? Que implicações, políticas e sociais, morais e religiosas, tem esta revolução? Quais são as condições históricas do seu sucesso? O interesse por Bacon ressurgiu na nossa época ensombrada pela perspectiva de que o homem moderno está enclausurado numa "jaula de ferro". Como se a inquietação com as promessas e riscos do poder tecnológico da nossa civilização não perturbasse suficientemente a consciência do homem contemporâneo, foi crescendo a frustração com o vazio espiritual correlativo ao desencantamento do mundo e à racionalização da vida humana. Porém, apesar deste diagnóstico sombrio, uma boa parte daquilo que difusamente identificamos com o melhor da nossa civilização é indissociável da concepção baconiana de ciência, ou pelo menos da esperança que traz e das promessas que anuncia (e, por vezes, cumpre). Hoje, Bacon reassume toda a importância que lhe deve ser reconhecida e a sua extraordinária actualidade.

Nova Atlântida xxxxxx

€6

LT004200
1976
Francis Bacon
Editora Minerva
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1976
  • Colecção
  • Textos Tradicionais
  • Tradutor
  • Fernanda Pinto Rodrigues
  • Capa
  • Manuel Joaquim Gandra
  • Código
  • LT004200
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 12,00 x 18,00 x
  • Nº Páginas
  • 79
Descrição

Ler Bacon é voltar a colocar as perguntas mais simples mas também mais decisivas: O que é conhecer? Para quê conhecer? Se o conhecimento é uma forma de poder, como deve ser este poder exercido? Quais os benefícios e riscos desse exercício? Que implicações, políticas e sociais, morais e religiosas, tem esta revolução? Quais são as condições históricas do seu sucesso? O interesse por Bacon ressurgiu na nossa época ensombrada pela perspectiva de que o homem moderno está enclausurado numa "jaula de ferro". Como se a inquietação com as promessas e riscos do poder tecnológico da nossa civilização não perturbasse suficientemente a consciência do homem contemporâneo, foi crescendo a frustração com o vazio espiritual correlativo ao desencantamento do mundo e à racionalização da vida humana. Porém, apesar deste diagnóstico sombrio, uma boa parte daquilo que difusamente identificamos com o melhor da nossa civilização é indissociável da concepção baconiana de ciência, ou pelo menos da esperança que traz e das promessas que anuncia (e, por vezes, cumpre). Hoje, Bacon reassume toda a importância que lhe deve ser reconhecida e a sua extraordinária actualidade.