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Vaidade e ganância no século XXI xxx

LT006982

Simon Blackburn

Editora Temas e Debates
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€10
Mais detalhes
  • Código
  • LT006982

Descrição

Toda a gente odeia o narcisismo, especialmente nos outros. O vaidoso pode mostrar-se aborrecido ou absurdo, e ofende o próximo sem se aperceber disso ou, pelo contrário, orgulhosamente consciente do seu comportamento. Mas serão o narcisismo e a vaidade realmente tão maus como parecem? Neste livro, Simon Blackburn defende que o narcisismo, a vaidade, o orgulho e o amor-próprio são mais complexos do que aparentam e possuem inúmeras facetas boas e más. Baseando-se na filosofia, psicologia, literatura, história e cultura popular, Blackburn propõe uma análise do amor-próprio, desde o mito de Narciso e da narrativa cristã da expulsão do Éden até à atual indústria do amor-próprio. Em última análise, mostra porque é o amor-próprio uma parte necessária e saudável da nossa vida. Mas também sugere que perdemos a capacidade de distinguir entre - e, pior do que isso, de equilibrar - as boas e as más formas de amor-próprio.

Vaidade e ganância no século XXI xxx

€10

LT006982

Simon Blackburn
Editora Temas e Debates
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
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Toda a gente odeia o narcisismo, especialmente nos outros. O vaidoso pode mostrar-se aborrecido ou absurdo, e ofende o próximo sem se aperceber disso ou, pelo contrário, orgulhosamente consciente do seu comportamento. Mas serão o narcisismo e a vaidade realmente tão maus como parecem? Neste livro, Simon Blackburn defende que o narcisismo, a vaidade, o orgulho e o amor-próprio são mais complexos do que aparentam e possuem inúmeras facetas boas e más. Baseando-se na filosofia, psicologia, literatura, história e cultura popular, Blackburn propõe uma análise do amor-próprio, desde o mito de Narciso e da narrativa cristã da expulsão do Éden até à atual indústria do amor-próprio. Em última análise, mostra porque é o amor-próprio uma parte necessária e saudável da nossa vida. Mas também sugere que perdemos a capacidade de distinguir entre - e, pior do que isso, de equilibrar - as boas e as más formas de amor-próprio.