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  • Contactos

500 anos de contactos luso-chineses

LT009027
1998
Fernando Correia de Oliveira

Editora Público
Editora Fundação Oriente
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€10
Mais detalhes
  • Ano
  • 1998
  • Código
  • LT009027
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 264

Descrição

O primeiro contacto luso-chinês ter-se-á dado ao largo de Malaca, há quase meio milénio. Os “chins” comiam “vianda de toda a espécie”, o que foi um alívio para quem, até então, encontrara e lutara contra povos cuja religião tinha tabus alimentares. Sabia que houve um Vasco da Gama chinês avant la lettre, que poderia ter invertido o curso da História? Ou que o primeiro embaixador chinês enviado a Portugal, com o grau de mandarim, era… português? Que o poderoso imperador Kangxi ficou muito impressionado com um leão africano que os lusos lhe deram de presente, em 1678? Ou que houve dois bispos de Beijing que eram portugueses? Sabe como chegou às mãos de Eça, admirador confesso da civilização sínica, um genuíno fato de mandarim, com o qual ele posou para uma célebre fotografia? É dos contactos, encontros e desencontros, entre portugueses e chineses no último meio milénio que este livro trata.

500 anos de contactos luso-chineses

€10

LT009027
1998
Fernando Correia de Oliveira
Editora Público
Editora Fundação Oriente
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 1998
  • Código
  • LT009027
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 264
Descrição

O primeiro contacto luso-chinês ter-se-á dado ao largo de Malaca, há quase meio milénio. Os “chins” comiam “vianda de toda a espécie”, o que foi um alívio para quem, até então, encontrara e lutara contra povos cuja religião tinha tabus alimentares. Sabia que houve um Vasco da Gama chinês avant la lettre, que poderia ter invertido o curso da História? Ou que o primeiro embaixador chinês enviado a Portugal, com o grau de mandarim, era… português? Que o poderoso imperador Kangxi ficou muito impressionado com um leão africano que os lusos lhe deram de presente, em 1678? Ou que houve dois bispos de Beijing que eram portugueses? Sabe como chegou às mãos de Eça, admirador confesso da civilização sínica, um genuíno fato de mandarim, com o qual ele posou para uma célebre fotografia? É dos contactos, encontros e desencontros, entre portugueses e chineses no último meio milénio que este livro trata.