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A defesa de Lisboa 1809-1814 xx

LT010999
2015
Francisco de Sousa Lobo (n. 1942)

Editora Tribuna da História
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Capa dura, com sobrecapa
Disponib. - Indisponível

€37
Mais detalhes
  • Ano
  • 2015
  • Código
  • LT010999
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 27,00 x 29,00 x
  • Nº Páginas
  • 354

Descrição

As linhas de defesa de Lisboa, último reduto defensivo de Portugal durante a Terceira Invasão Francesa, constituem o maior conjunto fortificado das Guerras Napoleónicas. As mais de duzentas obras desse sistema defensivo, erguido e consolidado entre 1809 e 1814, materializam cento e vinte quilómetros de frentes, tanto a norte (linhas de Torres Vedras, Lisboa e Oeiras/Carcavelos) como a sul do rio Tejo (linhas de Almada e Setúbal). Duzentos anos depois, prevalece um património único, material e imaterial, que o Estado reconhece e as suas autarquias valorizam. Promovido e decidido pelo general Wellington, comandante do exército anglo-português, contando com o apoio financeiro e logístico dos governos da Grã-Bretanha e de Portugal, o histórico empreendimento deveu muito, na sua execução, a uma plêiade de competentes e esforçados engenheiros militares britânicos e portugueses, mas deveu também muito a uma verdadeira mobilização geral das populações locais e ao seu notável espírito de sacrifício. A Defesa de Lisboa: Linhas de Torres Vedras, Lisboa, Oeiras e Sul do Tejo (1809-1814) é o resultado de uma investigação que o autor conduziu durante oito anos de uma forma exaustiva e crítica, documentando os aspetos mais relevantes para o reconhecimento e a interpretação das linhas à luz de um renovado olhar.


LT010999
2015
Francisco de Sousa Lobo (n. 1942)
Editora Tribuna da História
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Capa dura, com sobrecapa
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2015
  • Código
  • LT010999
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 27,00 x 29,00 x
  • Nº Páginas
  • 354
Descrição

As linhas de defesa de Lisboa, último reduto defensivo de Portugal durante a Terceira Invasão Francesa, constituem o maior conjunto fortificado das Guerras Napoleónicas. As mais de duzentas obras desse sistema defensivo, erguido e consolidado entre 1809 e 1814, materializam cento e vinte quilómetros de frentes, tanto a norte (linhas de Torres Vedras, Lisboa e Oeiras/Carcavelos) como a sul do rio Tejo (linhas de Almada e Setúbal). Duzentos anos depois, prevalece um património único, material e imaterial, que o Estado reconhece e as suas autarquias valorizam. Promovido e decidido pelo general Wellington, comandante do exército anglo-português, contando com o apoio financeiro e logístico dos governos da Grã-Bretanha e de Portugal, o histórico empreendimento deveu muito, na sua execução, a uma plêiade de competentes e esforçados engenheiros militares britânicos e portugueses, mas deveu também muito a uma verdadeira mobilização geral das populações locais e ao seu notável espírito de sacrifício. A Defesa de Lisboa: Linhas de Torres Vedras, Lisboa, Oeiras e Sul do Tejo (1809-1814) é o resultado de uma investigação que o autor conduziu durante oito anos de uma forma exaustiva e crítica, documentando os aspetos mais relevantes para o reconhecimento e a interpretação das linhas à luz de um renovado olhar.