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A Marinha em África – As campanhas portuguesas em águas interiores de 1961 a 1974 xx

LT014382
2014
John P. Cann

Editora Academia de Marinha
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€20
Mais detalhes
  • Ano
  • 2014
  • Tradutor
  • J. Teixeira de Aguilar
  • Código
  • LT014382
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 17,00 x 24,00 x
  • Nº Páginas
  • 290

Descrição

Muito ilustrado

«Portugal foi a primeira grande potência colonial a chegar a África e a última a deixá-la. Sendo um país pequeno com escassos recursos, a sua longa permanência no continente africano explica-se pela criatividade, adaptabilidade e afinidade com os territórios colonizados. A eficácia e profundidade de planemamento estratégico da Marinha Portuguesa, ao construir e fazer deslocar uma capacidade fluvial substancial para locais remotos de um continente distante, permanece um modelo relevante. Este modelo continua a exercer influência no formato das marinhas actuais e futuras que pretendam actuar no interior, nas zonas ribeirinhas, onde se escondem novos inimigos, aproveitando assim a oportunidade para influenciar os acontecimentos.»

A Marinha em África – As campanhas portuguesas em águas interiores de 1961 a 1974 xx

€20

LT014382
2014
John P. Cann
Editora Academia de Marinha
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2014
  • Tradutor
  • J. Teixeira de Aguilar
  • Código
  • LT014382
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 17,00 x 24,00 x
  • Nº Páginas
  • 290
Descrição

Muito ilustrado

«Portugal foi a primeira grande potência colonial a chegar a África e a última a deixá-la. Sendo um país pequeno com escassos recursos, a sua longa permanência no continente africano explica-se pela criatividade, adaptabilidade e afinidade com os territórios colonizados. A eficácia e profundidade de planemamento estratégico da Marinha Portuguesa, ao construir e fazer deslocar uma capacidade fluvial substancial para locais remotos de um continente distante, permanece um modelo relevante. Este modelo continua a exercer influência no formato das marinhas actuais e futuras que pretendam actuar no interior, nas zonas ribeirinhas, onde se escondem novos inimigos, aproveitando assim a oportunidade para influenciar os acontecimentos.»