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A última viagem do Lusitania

LT013110
2015
Erik Larson

Editora Bertrand
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€16
Mais detalhes
  • Ano
  • 2015
  • Tradutor
  • Raquel Dutra Lopes
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT013110
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 15,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 463

Descrição

A 1 de maio de 1915, no décimo mês da Primeira Guerra Mundial, um navio de luxo partiu de Nova Iorque rumo a Liverpool, com um número recorde de crianças e bebés a bordo. Os passageiros sentiam-se estranhamente à vontade, mesmo após a Alemanha ter declarado as águas em redor da Grã-Bretanha como zona de guerra. Os navios alemães aterrorizavam, desde há meses, o Atlântico Norte, mas o Lusitania era um dos transatlânticos mais rápidos que existiam, e o seu capitão, William Thomas Turner, depositara toda a sua confiança na conduta de guerra que, durante um século, tinha mantido os civis protegidos de ataques. No entanto, a Alemanha estava determinada a mudar as regras do jogo e Walther Schwieger, capitão do Unterseeboot-20, não tinha quaisquer problemas com isso. Detritos, a possibilidade de nevoeiro e um segredo muito bem guardado, entre outros, convergiram para que se desse um dos maiores desastres de sempre.

Entusiasmante e relevante, A Última Viagem do Lusitania capta o drama e o poder emocional de um episódio trágico cujos pormenores profundos e o seu real significado foram, durante décadas, obscurecidos pela História.

A última viagem do Lusitania

€16

LT013110
2015
Erik Larson
Editora Bertrand
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2015
  • Tradutor
  • Raquel Dutra Lopes
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT013110
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 15,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 463
Descrição

A 1 de maio de 1915, no décimo mês da Primeira Guerra Mundial, um navio de luxo partiu de Nova Iorque rumo a Liverpool, com um número recorde de crianças e bebés a bordo. Os passageiros sentiam-se estranhamente à vontade, mesmo após a Alemanha ter declarado as águas em redor da Grã-Bretanha como zona de guerra. Os navios alemães aterrorizavam, desde há meses, o Atlântico Norte, mas o Lusitania era um dos transatlânticos mais rápidos que existiam, e o seu capitão, William Thomas Turner, depositara toda a sua confiança na conduta de guerra que, durante um século, tinha mantido os civis protegidos de ataques. No entanto, a Alemanha estava determinada a mudar as regras do jogo e Walther Schwieger, capitão do Unterseeboot-20, não tinha quaisquer problemas com isso. Detritos, a possibilidade de nevoeiro e um segredo muito bem guardado, entre outros, convergiram para que se desse um dos maiores desastres de sempre.

Entusiasmante e relevante, A Última Viagem do Lusitania capta o drama e o poder emocional de um episódio trágico cujos pormenores profundos e o seu real significado foram, durante décadas, obscurecidos pela História.