Os Restauradores de 1640 revelaram grande sentido de oportunidade política, mas a conjuntura internacional, então favorável ao movimento português, podia rapidamente alterar-se graças à evolução de uma guerra, depois chamada dos Trinta Anos, a primeira de dimensões verdadeiramente europeias. Havia que intervir com agilidade e perspicácia de forma a justificar a legitimidade da independência. As primeiras embaixadas organizaram-se com invulgar rapidez, seguidas de um enorme esforço de consolidação de uma rede de informações e de um sistema de relações diplomáticas permanente.
Ana Maria Leal de Faria nasceu em Lisboa, a 14 de Abril de 1946. Licenciada (1971) e doutorada (2004) em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde é Professora Auxiliar do Departamento de História. É ainda Investigadora do Centro de História da Universidade de Lisboa, académica correspondente da Academia Portuguesa da História, sócia fundadora da Associação de Professores de História e membro do Conselho Nacional de Educação. Entre a sua obra publicada, conta-se Arquitectos da Paz. A Diplomacia Portuguesa de 1640 a 1815 (2008), que recebeu o Prémio Fundação Calouste Gulbenkian para História Moderna e Contemporânea de Portugal; “Dominicanos”, in Dicionário Histórico das Ordens e Instituições Afins em Portugal, Gradiva, 2010; “O restabelecimento de relações diplomáticas entre Portugal e a Santa Sé na Regência de D. Pedro”, in As relações Igreja-Estado no tempo da monarquia (2009)
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Os Restauradores de 1640 revelaram grande sentido de oportunidade política, mas a conjuntura internacional, então favorável ao movimento português, podia rapidamente alterar-se graças à evolução de uma guerra, depois chamada dos Trinta Anos, a primeira de dimensões verdadeiramente europeias. Havia que intervir com agilidade e perspicácia de forma a justificar a legitimidade da independência. As primeiras embaixadas organizaram-se com invulgar rapidez, seguidas de um enorme esforço de consolidação de uma rede de informações e de um sistema de relações diplomáticas permanente.
Ana Maria Leal de Faria nasceu em Lisboa, a 14 de Abril de 1946. Licenciada (1971) e doutorada (2004) em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde é Professora Auxiliar do Departamento de História. É ainda Investigadora do Centro de História da Universidade de Lisboa, académica correspondente da Academia Portuguesa da História, sócia fundadora da Associação de Professores de História e membro do Conselho Nacional de Educação. Entre a sua obra publicada, conta-se Arquitectos da Paz. A Diplomacia Portuguesa de 1640 a 1815 (2008), que recebeu o Prémio Fundação Calouste Gulbenkian para História Moderna e Contemporânea de Portugal; “Dominicanos”, in Dicionário Histórico das Ordens e Instituições Afins em Portugal, Gradiva, 2010; “O restabelecimento de relações diplomáticas entre Portugal e a Santa Sé na Regência de D. Pedro”, in As relações Igreja-Estado no tempo da monarquia (2009)