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Arquitectos da paz, 1640-1815

LT007536
2008
Ana Leal de Faria

Editora Tribuna da História
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€15
Mais detalhes
  • Ano
  • 2008
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT007536
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 396

Descrição

Os Restauradores de 1640 revelaram grande sentido de oportunidade política, mas a conjuntura internacional, então favorável ao movimento português, podia rapidamente alterar-se graças à evolução de uma guerra, depois chamada dos Trinta Anos, a primeira de dimensões verdadeiramente europeias. Havia que intervir com agilidade e perspicácia de forma a justificar a legitimidade da independência. As primeiras embaixadas organizaram-se com invulgar rapidez, seguidas de um enorme esforço de consolidação de uma rede de informações e de um sistema de relações diplomáticas permanente.

Ana Maria Leal de Faria nasceu em Lisboa, a 14 de Abril de 1946. Licenciada (1971) e doutorada (2004) em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde é Professora Auxiliar do Departamento de História. É ainda Investigadora do Centro de História da Universidade de Lisboa, académica correspondente da Academia Portuguesa da História, sócia fundadora da Associação de Professores de História e membro do Conselho Nacional de Educação. Entre a sua obra publicada, conta-se Arquitectos da Paz. A Diplomacia Portuguesa de 1640 a 1815 (2008), que recebeu o Prémio Fundação Calouste Gulbenkian para História Moderna e Contemporânea de Portugal; “Dominicanos”, in Dicionário Histórico das Ordens e Instituições Afins em Portugal, Gradiva, 2010; “O restabelecimento de relações diplomáticas entre Portugal e a Santa Sé na Regência de D. Pedro”, in As relações Igreja-Estado no tempo da monarquia (2009)

Arquitectos da paz, 1640-1815

€15

LT007536
2008
Ana Leal de Faria
Editora Tribuna da História
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2008
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT007536
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 396
Descrição

Os Restauradores de 1640 revelaram grande sentido de oportunidade política, mas a conjuntura internacional, então favorável ao movimento português, podia rapidamente alterar-se graças à evolução de uma guerra, depois chamada dos Trinta Anos, a primeira de dimensões verdadeiramente europeias. Havia que intervir com agilidade e perspicácia de forma a justificar a legitimidade da independência. As primeiras embaixadas organizaram-se com invulgar rapidez, seguidas de um enorme esforço de consolidação de uma rede de informações e de um sistema de relações diplomáticas permanente.

Ana Maria Leal de Faria nasceu em Lisboa, a 14 de Abril de 1946. Licenciada (1971) e doutorada (2004) em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde é Professora Auxiliar do Departamento de História. É ainda Investigadora do Centro de História da Universidade de Lisboa, académica correspondente da Academia Portuguesa da História, sócia fundadora da Associação de Professores de História e membro do Conselho Nacional de Educação. Entre a sua obra publicada, conta-se Arquitectos da Paz. A Diplomacia Portuguesa de 1640 a 1815 (2008), que recebeu o Prémio Fundação Calouste Gulbenkian para História Moderna e Contemporânea de Portugal; “Dominicanos”, in Dicionário Histórico das Ordens e Instituições Afins em Portugal, Gradiva, 2010; “O restabelecimento de relações diplomáticas entre Portugal e a Santa Sé na Regência de D. Pedro”, in As relações Igreja-Estado no tempo da monarquia (2009)