• 966 316 945 *
  • Contactos

Cartas de Lisboa – 1822 xx

LT009677
1990
José Pecchio

Editora Livros Horizonte
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€10
Mais detalhes
  • Ano
  • 1990
  • Colecção
  • Cidade de Lisboa
  • Tradutor
  • Manuel José Trindade Loureiro
  • Código
  • LT009677
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 102

Descrição

Nascido em 1785, em Milão, José Pecchio vive numa época de profundos conflitos, numa Europa marcada por guerras e revoluções. Paladino da Liberdade, está solidário com todos os povos que por ela lutam - espanhóis, portugueses, gregos... Nestas Cartas, escritas durante o seu curto exílio em Portugal, surge a Lisboa do primeiro quartel do século XIX: arcaica nos seus costumes, inculta na ausência de manifestações artisticas, pobre nos mendigos que a enxameiam, suja na imundície das suas ruas... Descrição realista, num estilo aliciante a que não falta a ironia, mas que não humilha nem descamba na fatuidade. Pelo contrário, destas Cartas irradia sempre uma simpatia humana pelo povo que foi capaz de fazer uma Revolução para dar a Liberdade à sua Pátria.


Introdução e notas de Manuela Lobo da Costa Simões, licenciada em Ciências Histórico-Filosóficas, professora efectiva do Ensino Secundário, na Escola António Arroio, co-autora de livros escolares para o Ensino Preparatório, colaboradora da página Cultura do Diário de Notícias. Apresentou no Colóquio A Mulher na Sociedade Portuguesa, realizado em Coimbra, em 1985, a comunicação "Um divórcio no 1.º quartel do Século XIX".

Cartas de Lisboa – 1822 xx

€10

LT009677
1990
José Pecchio
Editora Livros Horizonte
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1990
  • Colecção
  • Cidade de Lisboa
  • Tradutor
  • Manuel José Trindade Loureiro
  • Código
  • LT009677
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 102
Descrição

Nascido em 1785, em Milão, José Pecchio vive numa época de profundos conflitos, numa Europa marcada por guerras e revoluções. Paladino da Liberdade, está solidário com todos os povos que por ela lutam - espanhóis, portugueses, gregos... Nestas Cartas, escritas durante o seu curto exílio em Portugal, surge a Lisboa do primeiro quartel do século XIX: arcaica nos seus costumes, inculta na ausência de manifestações artisticas, pobre nos mendigos que a enxameiam, suja na imundície das suas ruas... Descrição realista, num estilo aliciante a que não falta a ironia, mas que não humilha nem descamba na fatuidade. Pelo contrário, destas Cartas irradia sempre uma simpatia humana pelo povo que foi capaz de fazer uma Revolução para dar a Liberdade à sua Pátria.


Introdução e notas de Manuela Lobo da Costa Simões, licenciada em Ciências Histórico-Filosóficas, professora efectiva do Ensino Secundário, na Escola António Arroio, co-autora de livros escolares para o Ensino Preparatório, colaboradora da página Cultura do Diário de Notícias. Apresentou no Colóquio A Mulher na Sociedade Portuguesa, realizado em Coimbra, em 1985, a comunicação "Um divórcio no 1.º quartel do Século XIX".