«Após o Juramento de Bandeira, os recém-oficiais Fuzileiros e de Marinha foram quase todos mobilizados para um destino comum: África. Outros foram destacados para assumirem o comando de lanchas ou servir noutras unidades navais e, até, nos Comandos Navais. Os jovens oficiais Fuzileiros, mesmo perante a complexidade e a gravidade das missões que lhes foram outorgadas num contexto tão difícíl da guerra de guerrilha nas matas africanas, souberam ser generosos na dádiva do esforço e firmes nas provações e privações. Os jovens oficiais de Marinha, nomeados para comandar lanchas, patrulhas ou integrar outras unidades navais, contribuíram com honra para o desbravar as entranhas dos rios e dos mares de África, o que muito deve orgulhar os comandos responsáveis.»
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«Após o Juramento de Bandeira, os recém-oficiais Fuzileiros e de Marinha foram quase todos mobilizados para um destino comum: África. Outros foram destacados para assumirem o comando de lanchas ou servir noutras unidades navais e, até, nos Comandos Navais. Os jovens oficiais Fuzileiros, mesmo perante a complexidade e a gravidade das missões que lhes foram outorgadas num contexto tão difícíl da guerra de guerrilha nas matas africanas, souberam ser generosos na dádiva do esforço e firmes nas provações e privações. Os jovens oficiais de Marinha, nomeados para comandar lanchas, patrulhas ou integrar outras unidades navais, contribuíram com honra para o desbravar as entranhas dos rios e dos mares de África, o que muito deve orgulhar os comandos responsáveis.»