Maurício de Oliveira, Jornalista e Historiador, nasceu em Abrantes, a 20-10-1909, e faleceu em Lisboa, em 1972. Filho de Agostinho Barreto Rodrigues de Oliveira (Oficial do Exército) e de Carolina da Purificação Trindade Paiva de Oliveira. Completou o curso secundário no Liceu Camões, em Lisboa, e ingressou no jornalismo profissional, contava apenas 17 anos de idade (1926), no periódico O Rebelde, órgão do Partido Republicano Português. Pela mão de Joaquim Manso, passou depois para a redacção do Diário de Lisboa, onde se manteve mais de trinta e cinco anos, saindo dali, com Norberto Lopes e Mário Neves, para fundar o vespertino A Capital, do qual foi, primeiro, Chefe de Redacção e, dois anos depois, em 1969, Director. Mais tarde, assumiu a Direcção do Jornal do Comércio. Forjado no seio de uma geração de grandes Jornalistas e Escritores, de espírito democrático e tolerante, Maurício de Oliveira, foi de certa forma o protótipo do Jornalista que tocava com desembaraço todas as teclas da profissão. Sucessivamente Repórter, Redactor, Chefe de Redacção e Director de dois grandes diários nacionais, interessou-se especialmente por temas de Marinha, tornando-se um vigoroso propagandista do ressurgimento da Armada, bem como seu cronista e divulgador da sua história, sendo extensa a lista de obras e artigos publicados sobe o tema. A sua prosa, fácil e colorida, de inegável originalidade, conseguia encontrar a forma mais sugestiva e agradável para prender o leitor, a que se juntava o rigor descritivo, patenteado na cobertura de grandes acontecimentos políticos ou sociais do período entre as duas guerras e, sobretudo, do pós-guerra.
€15
Maurício de Oliveira, Jornalista e Historiador, nasceu em Abrantes, a 20-10-1909, e faleceu em Lisboa, em 1972. Filho de Agostinho Barreto Rodrigues de Oliveira (Oficial do Exército) e de Carolina da Purificação Trindade Paiva de Oliveira. Completou o curso secundário no Liceu Camões, em Lisboa, e ingressou no jornalismo profissional, contava apenas 17 anos de idade (1926), no periódico O Rebelde, órgão do Partido Republicano Português. Pela mão de Joaquim Manso, passou depois para a redacção do Diário de Lisboa, onde se manteve mais de trinta e cinco anos, saindo dali, com Norberto Lopes e Mário Neves, para fundar o vespertino A Capital, do qual foi, primeiro, Chefe de Redacção e, dois anos depois, em 1969, Director. Mais tarde, assumiu a Direcção do Jornal do Comércio. Forjado no seio de uma geração de grandes Jornalistas e Escritores, de espírito democrático e tolerante, Maurício de Oliveira, foi de certa forma o protótipo do Jornalista que tocava com desembaraço todas as teclas da profissão. Sucessivamente Repórter, Redactor, Chefe de Redacção e Director de dois grandes diários nacionais, interessou-se especialmente por temas de Marinha, tornando-se um vigoroso propagandista do ressurgimento da Armada, bem como seu cronista e divulgador da sua história, sendo extensa a lista de obras e artigos publicados sobe o tema. A sua prosa, fácil e colorida, de inegável originalidade, conseguia encontrar a forma mais sugestiva e agradável para prender o leitor, a que se juntava o rigor descritivo, patenteado na cobertura de grandes acontecimentos políticos ou sociais do período entre as duas guerras e, sobretudo, do pós-guerra.