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História das Campanhas de Angola – Resistência e Revoltas 1845-1941 (Vol. 1) xx

LT014884
1997
René Pélissier

Editora Estampa
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€10
Mais detalhes
  • Ano
  • 1997
  • Colecção
  • Histórias de Portugal
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT014884
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 14,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 397

Descrição

«O presente trabalho pretende ser, essencialmente, uma história da "fronteira" portuguesa em marcha para as fronteiras internacionais da Angola da actualidade. É uma história de pólvora e sangue. Uma história de sertão. Nela, raramente aparecem as cidades; e as sociedades crioulas nunca. Resulta da análise dos textos impressos e dos documentos dos arquivos que nunca na África negra os povos combateram e se sublevaram com tal frequência e de maneira tão maciça para recusar a colonização europeia ou para a repelir. Depois de ter verificado que aqueles que iriam ser os angolanos de hoje obrigaram o Exército colonial a manter-se em permanente estado de alerta e a organizar perto de 190 acções e campanhas (1848-1926), que estas acções e campanhas exigiram o empenhamento directo de mais de trinta mil soldados durante um total de 21 anos e dois meses em 48 anos (1879-1926) e que ainda se combatia em Angola em 1940-1941, o investigador pode perguntar a si próprio se não terá chegado às margens de um Gondwana da história, imerso na nossa ignorância de um passado todavia próximo.» René Pélissier

História das Campanhas de Angola – Resistência e Revoltas 1845-1941 (Vol. 1) xx

€10

LT014884
1997
René Pélissier
Editora Estampa
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1997
  • Colecção
  • Histórias de Portugal
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT014884
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 14,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 397
Descrição

«O presente trabalho pretende ser, essencialmente, uma história da "fronteira" portuguesa em marcha para as fronteiras internacionais da Angola da actualidade. É uma história de pólvora e sangue. Uma história de sertão. Nela, raramente aparecem as cidades; e as sociedades crioulas nunca. Resulta da análise dos textos impressos e dos documentos dos arquivos que nunca na África negra os povos combateram e se sublevaram com tal frequência e de maneira tão maciça para recusar a colonização europeia ou para a repelir. Depois de ter verificado que aqueles que iriam ser os angolanos de hoje obrigaram o Exército colonial a manter-se em permanente estado de alerta e a organizar perto de 190 acções e campanhas (1848-1926), que estas acções e campanhas exigiram o empenhamento directo de mais de trinta mil soldados durante um total de 21 anos e dois meses em 48 anos (1879-1926) e que ainda se combatia em Angola em 1940-1941, o investigador pode perguntar a si próprio se não terá chegado às margens de um Gondwana da história, imerso na nossa ignorância de um passado todavia próximo.» René Pélissier