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História secreta de Portugal xx

LT014408
1977
António Telmo

Editora Vega
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€10
Mais detalhes
  • Ano
  • 1977
  • Colecção
  • Janus
  • Código
  • LT014408
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 14,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 163

Descrição

Há uma história oculta de Portugal. Pensamos que houve entre nós uma organização esotérica que, de uma maneira perfeitamente consciente e intencional, procurou a partir desta Pátria, a que deu existência, redimir o mundo do mal e da divisão.

«António Telmo via Portugal como um ser espiritual. No seu livro interrogou a História e a alma portuguesa em busca do seu sentido verdadeiro. Telmo analisou o simbolismo da nossa História através da leitura de um monumento essencial, o Mosteiro dos Jerónimos – afirmando que Os Lusíadas e os Jerónimos são documentos cifrados. Pascoaes e Telmo sabiam bem, um saber de experiência feito, que ‘não é por acaso que se nasce português’.» António Carlos Carvalho in Prefácio

História secreta de Portugal xx

€10

LT014408
1977
António Telmo
Editora Vega
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1977
  • Colecção
  • Janus
  • Código
  • LT014408
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 14,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 163
Descrição

Há uma história oculta de Portugal. Pensamos que houve entre nós uma organização esotérica que, de uma maneira perfeitamente consciente e intencional, procurou a partir desta Pátria, a que deu existência, redimir o mundo do mal e da divisão.

«António Telmo via Portugal como um ser espiritual. No seu livro interrogou a História e a alma portuguesa em busca do seu sentido verdadeiro. Telmo analisou o simbolismo da nossa História através da leitura de um monumento essencial, o Mosteiro dos Jerónimos – afirmando que Os Lusíadas e os Jerónimos são documentos cifrados. Pascoaes e Telmo sabiam bem, um saber de experiência feito, que ‘não é por acaso que se nasce português’.» António Carlos Carvalho in Prefácio