Há uma história oculta de Portugal. Pensamos que houve entre nós uma organização esotérica que, de uma maneira perfeitamente consciente e intencional, procurou a partir desta Pátria, a que deu existência, redimir o mundo do mal e da divisão.
«António Telmo via Portugal como um ser espiritual. No seu livro interrogou a História e a alma portuguesa em busca do seu sentido verdadeiro. Telmo analisou o simbolismo da nossa História através da leitura de um monumento essencial, o Mosteiro dos Jerónimos – afirmando que Os Lusíadas e os Jerónimos são documentos cifrados. Pascoaes e Telmo sabiam bem, um saber de experiência feito, que ‘não é por acaso que se nasce português’.» António Carlos Carvalho in Prefácio
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Há uma história oculta de Portugal. Pensamos que houve entre nós uma organização esotérica que, de uma maneira perfeitamente consciente e intencional, procurou a partir desta Pátria, a que deu existência, redimir o mundo do mal e da divisão.
«António Telmo via Portugal como um ser espiritual. No seu livro interrogou a História e a alma portuguesa em busca do seu sentido verdadeiro. Telmo analisou o simbolismo da nossa História através da leitura de um monumento essencial, o Mosteiro dos Jerónimos – afirmando que Os Lusíadas e os Jerónimos são documentos cifrados. Pascoaes e Telmo sabiam bem, um saber de experiência feito, que ‘não é por acaso que se nasce português’.» António Carlos Carvalho in Prefácio