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Imperatriz Isabel de Portugal xx

LT009838
2013
Manuela Gonzaga

Editora Bertrand
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5 - Com sublinhados
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€8
Mais detalhes
  • Ano
  • 2013
  • Código
  • LT009838
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 565

Descrição

Em 1526, Isabel de Portugal, considerada a mais bela mulher do seu tempo, foi para Castela ao encontro do marido, Carlos V, rei da Hispânia e imperador do Sacro Império Romano Germânico, o soberano mais poderoso de toda a Cristandade. Em Sevilha quando se encontraram, foi paixão à primeira vista… e um amor que durou a vida toda dos dois. Filha de D. Manuel I, o Venturoso rainha e imperatriz pelo casamento, Isabel foi regente de Castela durante as prolongadas ausências do marido, a quem escrevia incansavelmente. Inteligente, sensível, apaixonada, mas de saúde frágil, desempenhou os vários papéis da sua vida - mulher, mãe e soberana - de forma exemplar. A morte, que a colheu ainda jovem, aos 36 de idade, precipitou Isabel de Portugal no esquecimento geral durante séculos. Apenas a lenda guardou o seu registo. E a arte. Um dos seus retratos - verdadeira obra-prima de Ticiano - é das raras referências que todos, ou quase todos, conhecem.

Imperatriz Isabel de Portugal xx

€8

LT009838
2013
Manuela Gonzaga
Editora Bertrand
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5 - Com sublinhados
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2013
  • Código
  • LT009838
  • Detalhes físicos

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  • 565
Descrição

Em 1526, Isabel de Portugal, considerada a mais bela mulher do seu tempo, foi para Castela ao encontro do marido, Carlos V, rei da Hispânia e imperador do Sacro Império Romano Germânico, o soberano mais poderoso de toda a Cristandade. Em Sevilha quando se encontraram, foi paixão à primeira vista… e um amor que durou a vida toda dos dois. Filha de D. Manuel I, o Venturoso rainha e imperatriz pelo casamento, Isabel foi regente de Castela durante as prolongadas ausências do marido, a quem escrevia incansavelmente. Inteligente, sensível, apaixonada, mas de saúde frágil, desempenhou os vários papéis da sua vida - mulher, mãe e soberana - de forma exemplar. A morte, que a colheu ainda jovem, aos 36 de idade, precipitou Isabel de Portugal no esquecimento geral durante séculos. Apenas a lenda guardou o seu registo. E a arte. Um dos seus retratos - verdadeira obra-prima de Ticiano - é das raras referências que todos, ou quase todos, conhecem.