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Maria Pia – A mulher que queria ser Rainha de Portugal

LT008279
2006
Jean Pailler

Editora Bertrand
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€12
Mais detalhes
  • Ano
  • 2006
  • Tradutor
  • Sandra Oliveira
  • Código
  • LT008279
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 146

Descrição

Uma narração empolgante da história rocambolesca de Maria Pia, pretendente ao trono de Portugal, é o que nos propões Jean Pallier. Seria esta mulher, que se denominou alternativamente Hilda Toledano Maria Pia de Bragança, filha do nosso Rei D.Carlos e por ele perfilhada? Terá sido legítima a sua pretensão de sucessão aos títulos da Casa de Bragança e de pretendente ao trono de Portugal? É duvidoso que o rei D. Carlos tenha perfilhado publicamente uma filha adulterina, contrariando frontalmente o direito civil português e o direito canónico, e incorrendo num escândalo que certamente teria tido eco nos meios de circulação de informação da época, fosse nos jornais, fosse na literatura ou na coscovilhice da alta sociedade lisboeta. O documento em que se baseia a pretensão de filiação régia - o do assento de baptismo de Maria Pia - é por sua vez baseado numa carta muito invulgar, que levanta grandes suspeitas e cujo crédito foi negado pela Academia portuguesa de História.

Maria Pia – A mulher que queria ser Rainha de Portugal

€12

LT008279
2006
Jean Pailler
Editora Bertrand
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2006
  • Tradutor
  • Sandra Oliveira
  • Código
  • LT008279
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 146
Descrição

Uma narração empolgante da história rocambolesca de Maria Pia, pretendente ao trono de Portugal, é o que nos propões Jean Pallier. Seria esta mulher, que se denominou alternativamente Hilda Toledano Maria Pia de Bragança, filha do nosso Rei D.Carlos e por ele perfilhada? Terá sido legítima a sua pretensão de sucessão aos títulos da Casa de Bragança e de pretendente ao trono de Portugal? É duvidoso que o rei D. Carlos tenha perfilhado publicamente uma filha adulterina, contrariando frontalmente o direito civil português e o direito canónico, e incorrendo num escândalo que certamente teria tido eco nos meios de circulação de informação da época, fosse nos jornais, fosse na literatura ou na coscovilhice da alta sociedade lisboeta. O documento em que se baseia a pretensão de filiação régia - o do assento de baptismo de Maria Pia - é por sua vez baseado numa carta muito invulgar, que levanta grandes suspeitas e cujo crédito foi negado pela Academia portuguesa de História.