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Memórias de um militante anarco-sindicalista xx

LT005794

Emídio Santana

Editora Perspectivas & Realidades
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€25
Mais detalhes
  • Código
  • LT005794

Descrição

Coligindo estas notas de recordação, evocando e comentando os acontecimentos da minha época, por vezes maisinada ao vezo de certo profetismo sem esperança, ou ainda obscurecida por um período de violência ou intencional deformação dos factos, eu pude assim revive quanto partilhei e senti, o prazer da criação e da iniciativa, as lutas com sentido de justiça, as alegrias e mesmo os revezes de adversidade com as esperanças que não soçobravam, que é afinal o contributo que todos devemos ao futuro. Natural e residente em Lisboa, Emídio Santana foi o mais conhecido e importante militante anarcossindicalista da geração que ainda conheceu o período da República. Inicialmente carpinteiro de moldes, Emídio Santana foi profissionalmente desenhador durante a maior parte da sua vida. Aderindo jovem à organização sindical dos metalúrgicos de Lisboa e às Juventudes Sindicalistas (de que foi secretário-geral, a seguir a Manuel Viegas Carrascalão), foi dirigente da Federação Mineira e Metalúrgica em 1931-32 e autor do plano do atentado contra Salazar de julho de 1937 pelo qual cumpriu 16 anos de cadeia na Penitenciária de Coimbra. Dedicou-se depois ao cooperativismo e à defesa do inquilinato urbano e em 1974 assumiu a direção do jornal “A Batalha”, na sua VI série, até à sua morte, sendo uma figura respeitada no novo regime democrático. Estave na base da criação do Centro de Estudos Libertários (CEL), em 1979, e na criação do Arquivo Histórico Social (AHS), com João Freire e outros militantes, depositado na Biblioteca Nacional (BN).

Memórias de um militante anarco-sindicalista xx

€25

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Emídio Santana
Editora Perspectivas & Realidades
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

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Descrição

Coligindo estas notas de recordação, evocando e comentando os acontecimentos da minha época, por vezes maisinada ao vezo de certo profetismo sem esperança, ou ainda obscurecida por um período de violência ou intencional deformação dos factos, eu pude assim revive quanto partilhei e senti, o prazer da criação e da iniciativa, as lutas com sentido de justiça, as alegrias e mesmo os revezes de adversidade com as esperanças que não soçobravam, que é afinal o contributo que todos devemos ao futuro. Natural e residente em Lisboa, Emídio Santana foi o mais conhecido e importante militante anarcossindicalista da geração que ainda conheceu o período da República. Inicialmente carpinteiro de moldes, Emídio Santana foi profissionalmente desenhador durante a maior parte da sua vida. Aderindo jovem à organização sindical dos metalúrgicos de Lisboa e às Juventudes Sindicalistas (de que foi secretário-geral, a seguir a Manuel Viegas Carrascalão), foi dirigente da Federação Mineira e Metalúrgica em 1931-32 e autor do plano do atentado contra Salazar de julho de 1937 pelo qual cumpriu 16 anos de cadeia na Penitenciária de Coimbra. Dedicou-se depois ao cooperativismo e à defesa do inquilinato urbano e em 1974 assumiu a direção do jornal “A Batalha”, na sua VI série, até à sua morte, sendo uma figura respeitada no novo regime democrático. Estave na base da criação do Centro de Estudos Libertários (CEL), em 1979, e na criação do Arquivo Histórico Social (AHS), com João Freire e outros militantes, depositado na Biblioteca Nacional (BN).