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Memórias - Marechal Gomes da Costa xx

LT013827
1930
Marechal Gomes da Costa

Editora Livraria Clássica Editora
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€18
Mais detalhes
  • Ano
  • 1930
  • Código
  • LT013827
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 12,00 x 19,00 x
  • Nº Páginas
  • 254

Descrição

Com um prefácio do Sr. Conselheiro Ayres d’ Ornellas e um posfácio do Sr. Coronel Ferreira do Amaral.

«E é indispensável que governo e povo se compenetrem da ideia de que, em toda a parte, o exército é não só a garantia da independência da nacionalidade, mas a condição mais importante da sua vitalidade e a demonstração prática do seu valor moral e material. Um forte e bem disciplinado exército só se encontra nas nações fortes e disciplinadas. Nas nacionalidades irrequietas, ou corruptas ou decadentes, o exército é irrequieto, ou corrupto, ou decadente. O desprezo pelo exército só existe naquelas nações que têm a consciência da sua inutilidade e impotência; porque o exército é, em toda a parte, a expressão mais viva da nacionalidade, do patriotismo e da independência.»

Memórias - Marechal Gomes da Costa xx

€18

LT013827
1930
Marechal Gomes da Costa
Editora Livraria Clássica Editora
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1930
  • Código
  • LT013827
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 12,00 x 19,00 x
  • Nº Páginas
  • 254
Descrição

Com um prefácio do Sr. Conselheiro Ayres d’ Ornellas e um posfácio do Sr. Coronel Ferreira do Amaral.

«E é indispensável que governo e povo se compenetrem da ideia de que, em toda a parte, o exército é não só a garantia da independência da nacionalidade, mas a condição mais importante da sua vitalidade e a demonstração prática do seu valor moral e material. Um forte e bem disciplinado exército só se encontra nas nações fortes e disciplinadas. Nas nacionalidades irrequietas, ou corruptas ou decadentes, o exército é irrequieto, ou corrupto, ou decadente. O desprezo pelo exército só existe naquelas nações que têm a consciência da sua inutilidade e impotência; porque o exército é, em toda a parte, a expressão mais viva da nacionalidade, do patriotismo e da independência.»