«Começando com o assassinato de Sidónio Pais na noite de 14 de Dezembro de 1918, este livro pretende mostrar-nos, através do relato minucioso e exaustivo do clima de pânico e de espantoso delírio fúnebre que se seguiu, através da especial atmosfera de terror policial e de histeria colectiva que se apossou do nosso País durante as semanas subsequentes, como se gerou o mito do "presidente-Rei" baleado e logo erguido às proporções grandiosas de "Grande Morto", além de chorado com desvairo (...) Mas para além dessa mitificação hiperbólica dum ditador, pretende este estudo dar-nos a imagem completa do regime sidonista.»
O autor, João Medina, é Professor catedrático de História na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; nasceu em Moçambique em 1939; licenciou-se em Filosofia na Universidade de Lisboa; doutorou-se em em Sociologia na Universidade de Estrasburgo, tendo ensinado na Universidade de Aix-en-Provence (França). Em Portugal foi Diretor-Geral no Ministério da Comunicação Social (1975-1977); desde 1988 é professor catedrático de História na faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ensinou ainda nas universidades de Colónia (Alemanha), Pisa (Itália), São Paulo (Brasil) e nos Estados Unidos. Tendo realizado um vasto percurso como conferencista, colaborador e cronista em vários países em todo o mundo.
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«Começando com o assassinato de Sidónio Pais na noite de 14 de Dezembro de 1918, este livro pretende mostrar-nos, através do relato minucioso e exaustivo do clima de pânico e de espantoso delírio fúnebre que se seguiu, através da especial atmosfera de terror policial e de histeria colectiva que se apossou do nosso País durante as semanas subsequentes, como se gerou o mito do "presidente-Rei" baleado e logo erguido às proporções grandiosas de "Grande Morto", além de chorado com desvairo (...) Mas para além dessa mitificação hiperbólica dum ditador, pretende este estudo dar-nos a imagem completa do regime sidonista.»
O autor, João Medina, é Professor catedrático de História na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; nasceu em Moçambique em 1939; licenciou-se em Filosofia na Universidade de Lisboa; doutorou-se em em Sociologia na Universidade de Estrasburgo, tendo ensinado na Universidade de Aix-en-Provence (França). Em Portugal foi Diretor-Geral no Ministério da Comunicação Social (1975-1977); desde 1988 é professor catedrático de História na faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ensinou ainda nas universidades de Colónia (Alemanha), Pisa (Itália), São Paulo (Brasil) e nos Estados Unidos. Tendo realizado um vasto percurso como conferencista, colaborador e cronista em vários países em todo o mundo.