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O Senhor Roubado – A Inquisição e a questão judaica

LT011369
2002
Jorge Martins

Editora Europress
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€15
Mais detalhes
  • Ano
  • 2002
  • Código
  • LT011369
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 16,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 175

Descrição

«Este estudo de Jorge Martins, que tenho o prazer de prefaciar, constitui sem dúvida um importante passo dado na boa direcção historiográfica, aquela que leva a redescobrir o que nunca foi, afinal, suficientemente indagado, rememorado, investigado, nomeadamente no campo das relações sociais e afectivas entre judeus e portugueses – ora judeófilos, ora anti-semitas –, desde a expulsão de 1497 ao diploma que, ao abolir o “fero monstro” do Santo Ofício, indirectamente lhes reabria as portas do reino, pondo fim ao nefando tribunal criado por D. João III em 1536. Este tipo de investigações não tem tido quem as estimule ou quem as pratique, sendo nisso de lamentar a apatia com que a nossa universidade – toda ela, desde a minha às demais – encara esta problemática e estes campos onde haveria que promover “fossados” urgentes de investigadores decididos a não deixarem como terra incógnita painéis inteiros do nosso passado.» João Medina (do prefácio)

O Senhor Roubado – A Inquisição e a questão judaica

€15

LT011369
2002
Jorge Martins
Editora Europress
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

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  • Ano
  • 2002
  • Código
  • LT011369
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  • 16,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 175
Descrição

«Este estudo de Jorge Martins, que tenho o prazer de prefaciar, constitui sem dúvida um importante passo dado na boa direcção historiográfica, aquela que leva a redescobrir o que nunca foi, afinal, suficientemente indagado, rememorado, investigado, nomeadamente no campo das relações sociais e afectivas entre judeus e portugueses – ora judeófilos, ora anti-semitas –, desde a expulsão de 1497 ao diploma que, ao abolir o “fero monstro” do Santo Ofício, indirectamente lhes reabria as portas do reino, pondo fim ao nefando tribunal criado por D. João III em 1536. Este tipo de investigações não tem tido quem as estimule ou quem as pratique, sendo nisso de lamentar a apatia com que a nossa universidade – toda ela, desde a minha às demais – encara esta problemática e estes campos onde haveria que promover “fossados” urgentes de investigadores decididos a não deixarem como terra incógnita painéis inteiros do nosso passado.» João Medina (do prefácio)