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Operárias e burguesas – As mulheres no tempo da República

LT013810
2007
Maria Alice Samara

Editora Esfera dos Livros
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Capa dura, com sobrecapa
Disponib. - Indisponível

€16
Mais detalhes
  • Ano
  • 2007
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT013810
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 16,00 x 24,00 x
  • Nº Páginas
  • 233

Descrição

Pioneiras, activistas, progressistas, académicas, jornalistas, médicas, escritoras, advogadas ou simples anónimas. No final do século XIX, princípios do século XX, estas mulheres iniciaram uma dura e longa batalha pela sua emancipação e igualdade a nível social, político e cultural. Adelaide Cabete, médica, professora e uma incansável lutadora; Alice Pestana, sempre em defesa da educação feminina e da criança; Guiomar Torrezão, a operária das letras que fez dos jornais e das suas obras publicadas em livro as armas da sua luta; Domitila de Carvalho, a primeira mulher a entrar na porta férrea da Universidade de Coimbra; Regina Quintanilha, a primeira mulher a vestir uma toga; Angelina Vidal, que deu a sua voz pelos mais desfavorecidos; Maria Rapaz, que se fez passar por homem para conseguir melhores condições de vida, são algumas das vozes deste livro. Muitas destas ambições caíram por terra com o final da I República e com o advento do Estado Novo que procura remeter as mulheres para a esfera doméstica. Mas durante estes anos de República, foram livres para pensar e sonhar.

Operárias e burguesas – As mulheres no tempo da República

€16

LT013810
2007
Maria Alice Samara
Editora Esfera dos Livros
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Capa dura, com sobrecapa
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2007
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT013810
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 16,00 x 24,00 x
  • Nº Páginas
  • 233
Descrição

Pioneiras, activistas, progressistas, académicas, jornalistas, médicas, escritoras, advogadas ou simples anónimas. No final do século XIX, princípios do século XX, estas mulheres iniciaram uma dura e longa batalha pela sua emancipação e igualdade a nível social, político e cultural. Adelaide Cabete, médica, professora e uma incansável lutadora; Alice Pestana, sempre em defesa da educação feminina e da criança; Guiomar Torrezão, a operária das letras que fez dos jornais e das suas obras publicadas em livro as armas da sua luta; Domitila de Carvalho, a primeira mulher a entrar na porta férrea da Universidade de Coimbra; Regina Quintanilha, a primeira mulher a vestir uma toga; Angelina Vidal, que deu a sua voz pelos mais desfavorecidos; Maria Rapaz, que se fez passar por homem para conseguir melhores condições de vida, são algumas das vozes deste livro. Muitas destas ambições caíram por terra com o final da I República e com o advento do Estado Novo que procura remeter as mulheres para a esfera doméstica. Mas durante estes anos de República, foram livres para pensar e sonhar.