Ordem para matar, dos fuzilamentos ao caso das bombas da Embaixada da Guiné
«Um dia, já o livro estava na gráfica, um amigo meu convidou-me para almoçar e propôs-me "não editar o livro do Queba Sambú mediante uma compensação monetária: talvez seis mil contos". E seguiu-se uma argumentação patriótica: o livro ia estragar as relações entre Portugal e a Guiné-Bissau pois o Governo tinha uma estratégia para ultrapassar, através de um grupo de empresários, a influência soviética na antiga Guiné Portuguesa, etc.». (da Nota do Editor, Paradela de Abreu)
€17
Ordem para matar, dos fuzilamentos ao caso das bombas da Embaixada da Guiné
«Um dia, já o livro estava na gráfica, um amigo meu convidou-me para almoçar e propôs-me "não editar o livro do Queba Sambú mediante uma compensação monetária: talvez seis mil contos". E seguiu-se uma argumentação patriótica: o livro ia estragar as relações entre Portugal e a Guiné-Bissau pois o Governo tinha uma estratégia para ultrapassar, através de um grupo de empresários, a influência soviética na antiga Guiné Portuguesa, etc.». (da Nota do Editor, Paradela de Abreu)