«Deve ressalvar-se, contudo, que os últimos anos da ditadura são os que o livro negro pior relata. Alguns temas tratados pela comissão foram, pela densidade documental disponível, divididos em vários volumes e, uma vez que o critério da comissão era quase sempre o cronológico, os últimos anos acabaram por não chegar a ser descritos, provavelmente por falta de tempo e de recursos. Fernando Rosas refere-o relativamente à questão dos presos políticos, cujo último volume corresponde ao período entre 1952-1960. Outros terão ficado por publicar pelos mesmos motivos, como será o caso de uma série de vários volumes sobre os estudantes – o primeiro e único trata os anos entre 1926 e 1934 – e de correspondência trocada entre Salazar e Santos Costa.» Joana Rebelo Morais
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«Deve ressalvar-se, contudo, que os últimos anos da ditadura são os que o livro negro pior relata. Alguns temas tratados pela comissão foram, pela densidade documental disponível, divididos em vários volumes e, uma vez que o critério da comissão era quase sempre o cronológico, os últimos anos acabaram por não chegar a ser descritos, provavelmente por falta de tempo e de recursos. Fernando Rosas refere-o relativamente à questão dos presos políticos, cujo último volume corresponde ao período entre 1952-1960. Outros terão ficado por publicar pelos mesmos motivos, como será o caso de uma série de vários volumes sobre os estudantes – o primeiro e único trata os anos entre 1926 e 1934 – e de correspondência trocada entre Salazar e Santos Costa.» Joana Rebelo Morais