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A morte da utopia

LT006878

John Gray

Editora Guerra & Paz
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€8
Mais detalhes
  • Código
  • LT006878

Descrição

A Morte da Utopia e o Regresso das Religiões Apocalípticas

O mundo contemporâneo encontra-se polvilhado por destroços de projectos utópicos, planos para aperfeiçoar a experiência humana que acabaram por matar milhões. Da Alemanha à Rússia, passando pela China ou pelo Afeganistão, sociedades inteiras foram destruídas. Perseguindo o sonho de um mundo sem mácula, foram declaradas guerras e espalhado o terror a uma escala sem precedentes. As ideologias utópicas que moldaram grande parte da história mundial do século passado afirmavam basear-se na ciência, rejeitando as fés tradicionais. Apesar disso, este livro poderoso e assustador demonstra que tais ideologias eram devedoras do mito do Apocalipse - a crença de que um evento grandioso poria fim à história e aos seus conflitos. Mas a religião acabou por regressar sob a forma de mitos políticos. A morte da utopia não significa necessariamente paz. Pelo contrário, prenuncia a ressurgência de antigos mitos, agora abertamente fundamentalistas. Camufladas no manto obscuro das lutas geopolíticas pelo controlo de recursos naturais, as religiões apocalípticas regressaram em força aos conflitos globais. À entrada no século XXI, o mundo continua a preparar-se para novas guerras santas.

John Nicholas Gray (nascido 17 de abril de 1948) é um filósofo político Inglês. Foi professor da Escola de Estudos Europeus na Faculdade de Economia e Ciência Política de Londres. É colaborador regular do The Guardian, The Times Literary Supplement e o New Statesman. Autor de vários livros importantes, escreveu vários livros influentes, incluindo False Dawn: The Delusions of Global Capitalism (1998), onde argumenta que a globalização do mercado livre é um projecto iluminista instável actualmente em processo de desintegração, em Sobre Humanos e Outros Animais (edição Portuguesa, 2007) , ataca o humanismo filosófico, uma visão do mundo que potencia as ideologias religiosas extremistas e em Black Mass: Apocalyptic Religion and the Death of Utopia (2007), faz uma crítica ao pensamento utópico do mundo moderno. Gray considera que a moralidade é uma ilusão e retrata a humanidade como uma espécie voraz determinada em exterminar outras formas de vida. Gray escreve que "os seres humanos ... não pode destruir a Terra, mas podem facilmente destruir o meio ambiente que os sustenta.".

A morte da utopia

€8

LT006878

John Gray
Editora Guerra & Paz
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

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Descrição

A Morte da Utopia e o Regresso das Religiões Apocalípticas

O mundo contemporâneo encontra-se polvilhado por destroços de projectos utópicos, planos para aperfeiçoar a experiência humana que acabaram por matar milhões. Da Alemanha à Rússia, passando pela China ou pelo Afeganistão, sociedades inteiras foram destruídas. Perseguindo o sonho de um mundo sem mácula, foram declaradas guerras e espalhado o terror a uma escala sem precedentes. As ideologias utópicas que moldaram grande parte da história mundial do século passado afirmavam basear-se na ciência, rejeitando as fés tradicionais. Apesar disso, este livro poderoso e assustador demonstra que tais ideologias eram devedoras do mito do Apocalipse - a crença de que um evento grandioso poria fim à história e aos seus conflitos. Mas a religião acabou por regressar sob a forma de mitos políticos. A morte da utopia não significa necessariamente paz. Pelo contrário, prenuncia a ressurgência de antigos mitos, agora abertamente fundamentalistas. Camufladas no manto obscuro das lutas geopolíticas pelo controlo de recursos naturais, as religiões apocalípticas regressaram em força aos conflitos globais. À entrada no século XXI, o mundo continua a preparar-se para novas guerras santas.

John Nicholas Gray (nascido 17 de abril de 1948) é um filósofo político Inglês. Foi professor da Escola de Estudos Europeus na Faculdade de Economia e Ciência Política de Londres. É colaborador regular do The Guardian, The Times Literary Supplement e o New Statesman. Autor de vários livros importantes, escreveu vários livros influentes, incluindo False Dawn: The Delusions of Global Capitalism (1998), onde argumenta que a globalização do mercado livre é um projecto iluminista instável actualmente em processo de desintegração, em Sobre Humanos e Outros Animais (edição Portuguesa, 2007) , ataca o humanismo filosófico, uma visão do mundo que potencia as ideologias religiosas extremistas e em Black Mass: Apocalyptic Religion and the Death of Utopia (2007), faz uma crítica ao pensamento utópico do mundo moderno. Gray considera que a moralidade é uma ilusão e retrata a humanidade como uma espécie voraz determinada em exterminar outras formas de vida. Gray escreve que "os seres humanos ... não pode destruir a Terra, mas podem facilmente destruir o meio ambiente que os sustenta.".