A obra de G. Durand começa a desenvolver-se ainda na década de 50, com trabalhos como "Signification de l'enfance" (1951) ou "Psychanalise de la neige" (1953), e prolonga-se até aos nossos dias. Depois de outras investigações, a sua proposta de mitocrítica e de mitanálise afirma-se sobretudo com Les Structures Anthropologiques de l'Imaginaire. Introduction à l'Archétypologie Générale (1969). De seguida, aplicou a sua teoria num estudo sobre o romance de Stendhal, Le Décor Mytique de la Charteuse de Parme. Les Structures Figuratives du Roman Standhalien (1961).
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A obra de G. Durand começa a desenvolver-se ainda na década de 50, com trabalhos como "Signification de l'enfance" (1951) ou "Psychanalise de la neige" (1953), e prolonga-se até aos nossos dias. Depois de outras investigações, a sua proposta de mitocrítica e de mitanálise afirma-se sobretudo com Les Structures Anthropologiques de l'Imaginaire. Introduction à l'Archétypologie Générale (1969). De seguida, aplicou a sua teoria num estudo sobre o romance de Stendhal, Le Décor Mytique de la Charteuse de Parme. Les Structures Figuratives du Roman Standhalien (1961).