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O erotismo

Georges Bataille
Moraes
Português PT

Estado Usado 5*
Encadernação Brochado
Disponib. - Em stock

€20
Mais detalhes
  • Ano
  • 1980
  • Colecção
  • Manuais Universitários
  • Idioma Original
  • Francês
  • Tradutor
  • João Bénard da Costa
  • Capa
  • Vitorino Martins
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT003875
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 16,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 248

Descrição

O erotismo - O proibido e a transgressão

«A febre sensual não é desejo de morte. Também o amor não é desejo de perder, mas de viver no medo dessa perda possível, mantendo o ser amado aquele que o ama na beira do abismo. Só por esse preço podemos experimentar ante o ser amado a violência do arrebatamento.» «Compreende-se por que razão as páginas de O Erotismo são tão fortes e tão decisivas. Elas provêm de um homem cuja experiência íntima não fez concessões. Este livro sucede-se a La Part Maudite, tratado de economia geral, cujo tema principal era, não a produção das riquezas, mas a sua despesa (o seu “consumo”). O erotismo era por ele designado como “a parte problemática”, uma vez que constitui para toda a gente “o problema dos problemas”. O mérito de Bataille foi o de encarar a sexualidade humana no seu quadro sociológico, em relação à história do trabalho e à das religiões. Toda a sua interpretação assenta numa dialéctica do interdito e da transgressão.» [Alexandrian, Os Libertadores do Amor]

O erotismo

€20

Georges Bataille
Moraes
Português PT
Estado Usado 5*
Encadernação Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 1980
  • Colecção
  • Manuais Universitários
  • Idioma Original
  • Francês
  • Tradutor
  • João Bénard da Costa
  • Capa
  • Vitorino Martins
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT003875
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 16,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 248
Descrição

O erotismo - O proibido e a transgressão

«A febre sensual não é desejo de morte. Também o amor não é desejo de perder, mas de viver no medo dessa perda possível, mantendo o ser amado aquele que o ama na beira do abismo. Só por esse preço podemos experimentar ante o ser amado a violência do arrebatamento.» «Compreende-se por que razão as páginas de O Erotismo são tão fortes e tão decisivas. Elas provêm de um homem cuja experiência íntima não fez concessões. Este livro sucede-se a La Part Maudite, tratado de economia geral, cujo tema principal era, não a produção das riquezas, mas a sua despesa (o seu “consumo”). O erotismo era por ele designado como “a parte problemática”, uma vez que constitui para toda a gente “o problema dos problemas”. O mérito de Bataille foi o de encarar a sexualidade humana no seu quadro sociológico, em relação à história do trabalho e à das religiões. Toda a sua interpretação assenta numa dialéctica do interdito e da transgressão.» [Alexandrian, Os Libertadores do Amor]