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O fim do império cognitivo

LT009996
2018
Boaventura de Sousa Santos

Editora Almedina
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€12
Mais detalhes
  • Ano
  • 2018
  • Código
  • LT009996
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 535

Descrição

Em "O Fim do Império Cognitivo", Boaventura de Sousa Santos desenvolve o seu conceito de «Epistemologias do Sul», delineando um universo teórico, metodológico e pedagógico que desafia o domínio do pensamento eurocêntrico. À semelhança de uma coleção de conhecimentos oriundos das experiências de povos marginalizados que resistem ativamente ao capitalismo, ao colonialismo e ao patriarcalismo, as Epistemologias do Sul representam assim formas de conhecimento que são geralmente desacreditadas, apagadas e ignoradas pelas culturas dominantes do Norte global. Observando o declínio da eficácia das soluções sociais e políticas estabelecidas para combater a desigualdade e a discriminação, Boaventura de Sousa Santos sugere que a justiça global só pode existir através de uma mudança epistemológica que garanta a justiça cognitiva. Esta mudança cria novas estratégias alternativas de mobilização política e ativismo, fornecendo aos grupos sociais oprimidos os meios pelos quais representariam o mundo nos seus próprios termos.

O fim do império cognitivo

€12

LT009996
2018
Boaventura de Sousa Santos
Editora Almedina
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2018
  • Código
  • LT009996
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 535
Descrição

Em "O Fim do Império Cognitivo", Boaventura de Sousa Santos desenvolve o seu conceito de «Epistemologias do Sul», delineando um universo teórico, metodológico e pedagógico que desafia o domínio do pensamento eurocêntrico. À semelhança de uma coleção de conhecimentos oriundos das experiências de povos marginalizados que resistem ativamente ao capitalismo, ao colonialismo e ao patriarcalismo, as Epistemologias do Sul representam assim formas de conhecimento que são geralmente desacreditadas, apagadas e ignoradas pelas culturas dominantes do Norte global. Observando o declínio da eficácia das soluções sociais e políticas estabelecidas para combater a desigualdade e a discriminação, Boaventura de Sousa Santos sugere que a justiça global só pode existir através de uma mudança epistemológica que garanta a justiça cognitiva. Esta mudança cria novas estratégias alternativas de mobilização política e ativismo, fornecendo aos grupos sociais oprimidos os meios pelos quais representariam o mundo nos seus próprios termos.