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alice

Alice

Jean-Jacques Lecercle
Disponib. - Em stock

€7
Mais detalhes
  • Ano
  • 2001
  • Colecção
  • Figuras Míticas
  • Idioma Original
  • Francês
  • Tradutor
  • Maria Antonieta de Carvalho
  • Capa
  • Carlos Vieira Reis
  • Código
  • LT002162
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 134

Descrição

Acontecimento na literatura para crianças da época vitoriana, Alice no País das Maravilhas escapa às caricaturas e às concepções tradicionais do género: a criança, em vez de ser objecto de punições, torna-se heroína de aventuras. Ao escolher desembaraçar-se do moralismo, da religião e da afectação dos textos da época, Lewis Carrol inventa a menina moderna: inocente e bem comportada, mas também pretensiosa e cabotina, até mesmo provocante. A nossa visão da infância mudou, tornou-se mais ambígua. Com efeito, Alice é um paradoxo puro. Esta menina-modelo incarna o ideal vitoriano da infância, mas ao mesmo tempo ela reivindica a sua liberdade e afirma a sua identidade. Além disso, ela é um ser assexuado sendo um objecto de desejo. Porque ela é uma personagem carregada de afecto erótico, submissa ao olhar do seu autor e ignorando o pedido implícito do adulto, Alice segura assim a perenidade do desejo e ilustra a pureza do amor que Lewis Carrol tem pelas meninas: uma paixão não tanto interdita mas impossível.

Alice

alice €7

Jean-Jacques Lecercle
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 2001
  • Colecção
  • Figuras Míticas
  • Idioma Original
  • Francês
  • Tradutor
  • Maria Antonieta de Carvalho
  • Capa
  • Carlos Vieira Reis
  • Código
  • LT002162
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 134
Descrição
Acontecimento na literatura para crianças da época vitoriana, Alice no País das Maravilhas escapa às caricaturas e às concepções tradicionais do género: a criança, em vez de ser objecto de punições, torna-se heroína de aventuras. Ao escolher desembaraçar-se do moralismo, da religião e da afectação dos textos da época, Lewis Carrol inventa a menina moderna: inocente e bem comportada, mas também pretensiosa e cabotina, até mesmo provocante. A nossa visão da infância mudou, tornou-se mais ambígua. Com efeito, Alice é um paradoxo puro. Esta menina-modelo incarna o ideal vitoriano da infância, mas ao mesmo tempo ela reivindica a sua liberdade e afirma a sua identidade. Além disso, ela é um ser assexuado sendo um objecto de desejo. Porque ela é uma personagem carregada de afecto erótico, submissa ao olhar do seu autor e ignorando o pedido implícito do adulto, Alice segura assim a perenidade do desejo e ilustra a pureza do amor que Lewis Carrol tem pelas meninas: uma paixão não tanto interdita mas impossível.