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linha d o horizonte

Linha do horizonte

Aguinaldo Fonseca
Disponib. - Em stock

€5
Mais detalhes
  • Ano
  • 2014
  • Colecção
  • Autores Ultramarinos
  • Capa
  • Zeferino T. Paulo
  • Código
  • LT002396
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 77

Descrição

Aguinaldo Brito Fonseca (Mindelo, Cabo Verde, 22 de setembro de 1922 — Lisboa, 24 de janeiro de 2014) foi um poeta cabo-verdiano. A sua poesia é bastante difundida na internet e em obras colectivas editadas diversos países. Aguinaldo Fonseca instalou-se em Lisboa em 1945, residindo na Casa dos Estudantes do Império. Viu os seus poemas publicados em vários jornais portugueses de então. Colaborou no semanário Mundo Literário (1946 a 1948). Ficou conhecido como "o poeta esquecido", mesmo depois de ter publicado a coleção "Linha do Horizonte", em 1951, e de, sete anos mais tarde, ter reunido uma selecção dos poemas no suplemento cultural Notícias de Cabo Verde, tal como o retratou Michel Laban, um investigador argelino estudioso da literatura lusófona, que faleceu em Paris em dezembro de 2008. A sua poesia retratava o ardor cívico e expunha firmemente as injustiças sociais, tal como é referido na Grande Enciclopédia Soviética, datada de 1979, estando traduzida em russo. Colecção que reproduz integralmente os textos das 1ªs edições. Distribuída com o Jornal Sol em 2015.

Linha do horizonte

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Aguinaldo Fonseca
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 2014
  • Colecção
  • Autores Ultramarinos
  • Capa
  • Zeferino T. Paulo
  • Código
  • LT002396
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 77
Descrição
Aguinaldo Brito Fonseca (Mindelo, Cabo Verde, 22 de setembro de 1922 — Lisboa, 24 de janeiro de 2014) foi um poeta cabo-verdiano. A sua poesia é bastante difundida na internet e em obras colectivas editadas diversos países. Aguinaldo Fonseca instalou-se em Lisboa em 1945, residindo na Casa dos Estudantes do Império. Viu os seus poemas publicados em vários jornais portugueses de então. Colaborou no semanário Mundo Literário (1946 a 1948). Ficou conhecido como "o poeta esquecido", mesmo depois de ter publicado a coleção "Linha do Horizonte", em 1951, e de, sete anos mais tarde, ter reunido uma selecção dos poemas no suplemento cultural Notícias de Cabo Verde, tal como o retratou Michel Laban, um investigador argelino estudioso da literatura lusófona, que faleceu em Paris em dezembro de 2008. A sua poesia retratava o ardor cívico e expunha firmemente as injustiças sociais, tal como é referido na Grande Enciclopédia Soviética, datada de 1979, estando traduzida em russo. Colecção que reproduz integralmente os textos das 1ªs edições. Distribuída com o Jornal Sol em 2015.