• 966 316 945 *
  • Contactos

Cara lh amas – Poemas eróticos e sarcásticos (1ª ed.) xx

LT013917
1975
E. M. de Melo e Castro

Editora Afrodite / Fernando Ribeiro de Mello
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€40
Mais detalhes
  • Ano
  • 1975
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT013917
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 15,00 x 19,00 x
  • Nº Páginas
  • 73

Descrição

«A poesia erótica de E. M. de Melo e Castro canta a anti-renúncia, canta um compromisso livremente assumido. Situa-se para além da ordem, tanto na ordem repressiva, convencional, abstracta, despótica, como da ordem imposta à consumação sexual. (Donde, a incriminação do autor, por causa de textos, em Tribunal Plenário, no ano da graça de 1970). É a exaltação experimental, a negação do a priori que envenena as relações humanas, a transposição artística duma vivência pela sexualização dum acto de fala. Por isso estes poemas são um apelo à coragem, uma concepção revolucionária do corpo, uma reivindicação de vida, contra o obscurantismo que nunca tolerou a liberdade dos corpos que se celebram, nem mesmo quando se reveste de paternalismo cultural.»

Cara lh amas – Poemas eróticos e sarcásticos (1ª ed.) xx

€40

LT013917
1975
E. M. de Melo e Castro
Editora Afrodite / Fernando Ribeiro de Mello
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1975
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT013917
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 15,00 x 19,00 x
  • Nº Páginas
  • 73
Descrição

«A poesia erótica de E. M. de Melo e Castro canta a anti-renúncia, canta um compromisso livremente assumido. Situa-se para além da ordem, tanto na ordem repressiva, convencional, abstracta, despótica, como da ordem imposta à consumação sexual. (Donde, a incriminação do autor, por causa de textos, em Tribunal Plenário, no ano da graça de 1970). É a exaltação experimental, a negação do a priori que envenena as relações humanas, a transposição artística duma vivência pela sexualização dum acto de fala. Por isso estes poemas são um apelo à coragem, uma concepção revolucionária do corpo, uma reivindicação de vida, contra o obscurantismo que nunca tolerou a liberdade dos corpos que se celebram, nem mesmo quando se reveste de paternalismo cultural.»