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Escombros – Manuel Cintra (1ª ed.) xx

LT010278
1993
Manuel Cintra

Editora Caminho
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€12
Mais detalhes
  • Ano
  • 1993
  • Colecção
  • Caminho da Poesia
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT010278
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 13,00 x 18,00 x
  • Nº Páginas
  • 45

Descrição

«Na semana passada tive a honra de abrir o lançamento do livro do Manuel Cintra dizendo um poema dele. Um de que gosto particularmente. Há vários, aliás. Mas ficou algo por dizer acerca do Manuel. Sem caganças. O Manuel Cintra é um dos meus poetas preferidos de sempre. Mas é acima de tudo - e de muitos também e de lado e por vezes por todo o lado - um poeta do presente, o poeta do agora em todos os sentidos e com todos os sentidos que cabem no agora. E os que não cabem também, que o Manuel Cintra é muito maior do que o seu próprio traço, talvez até maior do que a liberdade de quem é mãe e filha ao mesmo tempo. E os poemas que caem no berço do seu regaço de escaravelho em papel de placenta são dores, dores furiosas desse parto repetido, a cada momento, agora e agora outra vez, da liberdade. Das mais belas e bem sofridas dores de parto, digo eu, que não sou parteira. A prova que o ser humano existe e respira nesta cidade e nasceu outra vez e neste preciso momento. E Agora. Um abraço pintado Manuel.» José Anjos

Escombros – Manuel Cintra (1ª ed.) xx

€12

LT010278
1993
Manuel Cintra
Editora Caminho
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1993
  • Colecção
  • Caminho da Poesia
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT010278
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 13,00 x 18,00 x
  • Nº Páginas
  • 45
Descrição

«Na semana passada tive a honra de abrir o lançamento do livro do Manuel Cintra dizendo um poema dele. Um de que gosto particularmente. Há vários, aliás. Mas ficou algo por dizer acerca do Manuel. Sem caganças. O Manuel Cintra é um dos meus poetas preferidos de sempre. Mas é acima de tudo - e de muitos também e de lado e por vezes por todo o lado - um poeta do presente, o poeta do agora em todos os sentidos e com todos os sentidos que cabem no agora. E os que não cabem também, que o Manuel Cintra é muito maior do que o seu próprio traço, talvez até maior do que a liberdade de quem é mãe e filha ao mesmo tempo. E os poemas que caem no berço do seu regaço de escaravelho em papel de placenta são dores, dores furiosas desse parto repetido, a cada momento, agora e agora outra vez, da liberdade. Das mais belas e bem sofridas dores de parto, digo eu, que não sou parteira. A prova que o ser humano existe e respira nesta cidade e nasceu outra vez e neste preciso momento. E Agora. Um abraço pintado Manuel.» José Anjos