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Livro Sexto (1ª ed.) xx

LT009082
1962
Sophia de Mello Breyner Andresen

Editora Moraes
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€35
Mais detalhes
  • Ano
  • 1962
  • Colecção
  • Círculo de Poesia
  • Código
  • LT009082
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 71

Descrição

Primeira Edição, 1962

Embora, cronologicamente, este seja o sétimo livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, a autora optou por lhe chamar «Livro Sexto» para vincar a opção que tinha anteriormente tomado relativamente ao livro O Cristo Cigano - de facto o seu sexto livro - retirando-o da sua obra poética. Uma opção que só abandonou já neste novo século. No seu prefácio a esta edição, Gustavo Rubim diz-nos que este livro «[…] tem assim essa particularidade de o seu título funcionar como uma data, uma data necessariamente poética. Sendo o sexto, ele distingue-se por não ser apenas mais um numa série de livros. Antes aquele que sai da série no momento em que a prolonga, como se o próprio livro logo no título definisse, como escreveu Carlos Mendes de Sousa, "um limiar, o anunciar de um momento de viragem no trajecto da poeta".»

Livro Sexto (1ª ed.) xx

€35

LT009082
1962
Sophia de Mello Breyner Andresen
Editora Moraes
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1962
  • Colecção
  • Círculo de Poesia
  • Código
  • LT009082
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 71
Descrição

Primeira Edição, 1962

Embora, cronologicamente, este seja o sétimo livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, a autora optou por lhe chamar «Livro Sexto» para vincar a opção que tinha anteriormente tomado relativamente ao livro O Cristo Cigano - de facto o seu sexto livro - retirando-o da sua obra poética. Uma opção que só abandonou já neste novo século. No seu prefácio a esta edição, Gustavo Rubim diz-nos que este livro «[…] tem assim essa particularidade de o seu título funcionar como uma data, uma data necessariamente poética. Sendo o sexto, ele distingue-se por não ser apenas mais um numa série de livros. Antes aquele que sai da série no momento em que a prolonga, como se o próprio livro logo no título definisse, como escreveu Carlos Mendes de Sousa, "um limiar, o anunciar de um momento de viragem no trajecto da poeta".»