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Na curva escura dos cardos do tempo – Poesia reunida xx

LT014131
2020
Leonor de Almeida

Editora Ponto de Fuga
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€15
Mais detalhes
  • Ano
  • 2020
  • Código
  • LT014131
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 15,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 192

Descrição

Homónima da Marquesa de Alorna, Leonor de Almeida (1909.1983) publicou, entre 1947 e 1960, quatro livros de poesia aclamados pela crítica: João Gaspar Simões integrou-a no rol «dos melhores poetas portugueses contemporâneos»; Jacinto Prado Coelho saudou-lhe a «personalidade lírica invulgar»; Artur Portela descreveu-a como um «dos casos mais extraordinários da poesia moderna»; em 1951, a revista A Serpente destacou-a como autora dos «mais fortes poemas até hoje assinados por um nome de mulher em Portugal»; E. M. de Melo e Castro e Natália Correia incluíram-na em antologias de referência. Depois, Leonor eclipsou-se numa treva de silêncio e mistério. Este volume resgata ao esquecimento a obra de uma das mais espantosas poetas do século XX português.

Na curva escura dos cardos do tempo – Poesia reunida xx

€15

LT014131
2020
Leonor de Almeida
Editora Ponto de Fuga
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2020
  • Código
  • LT014131
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 15,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 192
Descrição

Homónima da Marquesa de Alorna, Leonor de Almeida (1909.1983) publicou, entre 1947 e 1960, quatro livros de poesia aclamados pela crítica: João Gaspar Simões integrou-a no rol «dos melhores poetas portugueses contemporâneos»; Jacinto Prado Coelho saudou-lhe a «personalidade lírica invulgar»; Artur Portela descreveu-a como um «dos casos mais extraordinários da poesia moderna»; em 1951, a revista A Serpente destacou-a como autora dos «mais fortes poemas até hoje assinados por um nome de mulher em Portugal»; E. M. de Melo e Castro e Natália Correia incluíram-na em antologias de referência. Depois, Leonor eclipsou-se numa treva de silêncio e mistério. Este volume resgata ao esquecimento a obra de uma das mais espantosas poetas do século XX português.