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O gosto solitário do orvalho | O caminho estreito xx

LT011188
2003
Matsuo Bashô

Editora Assírio e Alvim
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€18
Mais detalhes
  • Ano
  • 2003
  • Colecção
  • Documenta Poetica
  • Tradutor
  • Jorge Sousa Braga
  • Código
  • LT011188
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 14,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 115

Descrição

Matsuo Bashô (Japão, 1644-1694), "o eterno vagabundo" - assim lhe chama Jorge Sousa Braga, autor destas versões portuguesas de "O Gosto Solitário do Orvalho", um volume de haikus, e "O Caminho Estreito", um diário de viagem. Como diz Eugénio de Andrade ("Rosto Precário"), Bashô, "com um cânone de apenas dezassete sílabas, fez uma das mais esplêndidas poesias de que há memória." O haiku é "um momento único na eternidade: não se repete, nem se desvanece nunca". Bashô é um dos seus maiores executores.

O gosto solitário do orvalho | O caminho estreito xx

€18

LT011188
2003
Matsuo Bashô
Editora Assírio e Alvim
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2003
  • Colecção
  • Documenta Poetica
  • Tradutor
  • Jorge Sousa Braga
  • Código
  • LT011188
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 14,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 115
Descrição

Matsuo Bashô (Japão, 1644-1694), "o eterno vagabundo" - assim lhe chama Jorge Sousa Braga, autor destas versões portuguesas de "O Gosto Solitário do Orvalho", um volume de haikus, e "O Caminho Estreito", um diário de viagem. Como diz Eugénio de Andrade ("Rosto Precário"), Bashô, "com um cânone de apenas dezassete sílabas, fez uma das mais esplêndidas poesias de que há memória." O haiku é "um momento único na eternidade: não se repete, nem se desvanece nunca". Bashô é um dos seus maiores executores.