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Pela água xx

LT011181
2000
Sylvia Plath

Editora Assírio e Alvim
Idioma Português PT
Idioma Inglês
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€18
Mais detalhes
  • Ano
  • 2000
  • Colecção
  • Gato Maltês
  • Tradutor
  • Maria de Lourdes Guimarães
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT011181
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 11,00 x 18,00 x
  • Nº Páginas
  • 69

Descrição

«A noite de 11 de fevereiro de 1963, diz-se, foi a mais fria daquele ano. A poetisa americana Sylvia Plath vivia na casa que tinha pertencido a Yeats, em Primrose Hill, Londres. Deitou os filhos no quarto do 1º andar, esperou que eles adormecem, abriu-lhes a janela do quarto, calafetou as portas, deixou pão com manteiga e leite na mesa de cabeceira desceu para a cozinha, enfiou a cabeça no forno do fogão e abriu o gás. O suicídio fez dela, que era apenas uma jovem de 30 anos, um mito. Não entre os académicos ou os intelectuais, mas entre as feministas inglesas e americanas do final dos anos 60. A sua poesia tornou-se secundária ao que foi a sua vida conjugal com o famoso poeta Ted Hughes, as traições, os maus tratos, a solidão, os desencontros fizeram dela a bandeira perfeita da luta feminista: a bela, jovem e promissora poetisa mata-se devido à infidelidade conjugal. E assim, Sylvia Plath começou a ser lida não como a talentosa que era — e é — mas como uma vítima.» Joana Emídio Marques, in Observador


Edição bilingue

Pela água xx

€18

LT011181
2000
Sylvia Plath
Editora Assírio e Alvim
Idioma Português PT
Idioma Inglês
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2000
  • Colecção
  • Gato Maltês
  • Tradutor
  • Maria de Lourdes Guimarães
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT011181
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 11,00 x 18,00 x
  • Nº Páginas
  • 69
Descrição

«A noite de 11 de fevereiro de 1963, diz-se, foi a mais fria daquele ano. A poetisa americana Sylvia Plath vivia na casa que tinha pertencido a Yeats, em Primrose Hill, Londres. Deitou os filhos no quarto do 1º andar, esperou que eles adormecem, abriu-lhes a janela do quarto, calafetou as portas, deixou pão com manteiga e leite na mesa de cabeceira desceu para a cozinha, enfiou a cabeça no forno do fogão e abriu o gás. O suicídio fez dela, que era apenas uma jovem de 30 anos, um mito. Não entre os académicos ou os intelectuais, mas entre as feministas inglesas e americanas do final dos anos 60. A sua poesia tornou-se secundária ao que foi a sua vida conjugal com o famoso poeta Ted Hughes, as traições, os maus tratos, a solidão, os desencontros fizeram dela a bandeira perfeita da luta feminista: a bela, jovem e promissora poetisa mata-se devido à infidelidade conjugal. E assim, Sylvia Plath começou a ser lida não como a talentosa que era — e é — mas como uma vítima.» Joana Emídio Marques, in Observador


Edição bilingue