Neste primeiro volume – Poesia (1916-1940) –, o leitor encontra reunida toda a poesia publicada pelo autor durante este período de tempo, tanto a que ele organizou em livro como a que deixou dispersa por jornais e revistas e que foi possível localizar, desde os poemas de juventude até aos primeiros livros da maturidade. Feita, como deve ser, a partir da edição crítica publicada pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (2006), esta nova edição aparece despojada dos aparatos críticos e da restante parafernália que é típica do trabalho filológico (que, a montante, dá ao leitor a garantia da autenticidade dos textos), e tem por objectivo único disponibilizar, ao leitor de hoje, os poemas de Nemésio da maneira o mais próxima possível daquela como ele os apresentaria – se fosse ele a assinar a nova edição. Porque a poesia de Nemésio está viva e anda em busca de um leitor que a leia.
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Neste primeiro volume – Poesia (1916-1940) –, o leitor encontra reunida toda a poesia publicada pelo autor durante este período de tempo, tanto a que ele organizou em livro como a que deixou dispersa por jornais e revistas e que foi possível localizar, desde os poemas de juventude até aos primeiros livros da maturidade. Feita, como deve ser, a partir da edição crítica publicada pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (2006), esta nova edição aparece despojada dos aparatos críticos e da restante parafernália que é típica do trabalho filológico (que, a montante, dá ao leitor a garantia da autenticidade dos textos), e tem por objectivo único disponibilizar, ao leitor de hoje, os poemas de Nemésio da maneira o mais próxima possível daquela como ele os apresentaria – se fosse ele a assinar a nova edição. Porque a poesia de Nemésio está viva e anda em busca de um leitor que a leia.