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Sagrada esperança xx

LT005882

Agostinho Neto

Editora União dos Escritores Angolanos
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€6
Mais detalhes
  • Código
  • LT005882

Descrição

António Agostinho Neto trabalhou nos Serviços de Saúde de Luanda até 1947, quando seguiu para Portugal. Estudou Medicina em Coimbra e, depois, em Lisboa, onde se licenciou, em 1958. Durante a sua permanência em Portugal, Agostinho Neto participou e esteve estreitamente ligado às atividades sociais, políticas e culturais, sobretudo as da Casa dos Estudantes do Império. Fundou em Lisboa, juntamente com outros estudantes africanos, como Marcelino dos Santos e Mário Pinto de Andrade, o Centro de Estudos Africanos e o Clube Marítimo Africano, assegurando, assim, o elo entre os angolanos que viviam em Angola e Portugal. O poeta sempre esteve envolvido com atividades políticas, o que resultou, por diversas vezes, na sua prisão. Foi detido pela primeira vez em 1951. Em 1957, estando ainda na cadeia, foi eleito o “Prisioneiro Político do Ano”, pela Anistia Internacional. Em 1959, regressou a Angola e abriu um consultório médico. Manteve, contudo, as suas atividades políticas, e de uma forma bastante efectiva. Voltou a ser preso e foi deportado para Cabo Verde. Devido às pressões internacionais, foi transferido para Lisboa, permanecendo em residência vigiada. Em 1962, conseguiu evadir-se de Portugal com a família, indo para Léopoldville, República do Congo, local onde estava sediado o Movimento Popular de Libertação de Angola - MPLA. Neste mesmo ano, foi eleito presidente do partido. Como presidente do MPLA, António Agostinho Neto passou a liderar a luta armada contra o colonialismo, em favor da libertação nacional. Aos 11 de novembro de 1975, proclamou a independência de Angola, tornando-se, assim, o primeiro Presidente da Nação, função que exerceu até a sua morte.

Sagrada esperança xx

€6

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Agostinho Neto
Editora União dos Escritores Angolanos
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
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António Agostinho Neto trabalhou nos Serviços de Saúde de Luanda até 1947, quando seguiu para Portugal. Estudou Medicina em Coimbra e, depois, em Lisboa, onde se licenciou, em 1958. Durante a sua permanência em Portugal, Agostinho Neto participou e esteve estreitamente ligado às atividades sociais, políticas e culturais, sobretudo as da Casa dos Estudantes do Império. Fundou em Lisboa, juntamente com outros estudantes africanos, como Marcelino dos Santos e Mário Pinto de Andrade, o Centro de Estudos Africanos e o Clube Marítimo Africano, assegurando, assim, o elo entre os angolanos que viviam em Angola e Portugal. O poeta sempre esteve envolvido com atividades políticas, o que resultou, por diversas vezes, na sua prisão. Foi detido pela primeira vez em 1951. Em 1957, estando ainda na cadeia, foi eleito o “Prisioneiro Político do Ano”, pela Anistia Internacional. Em 1959, regressou a Angola e abriu um consultório médico. Manteve, contudo, as suas atividades políticas, e de uma forma bastante efectiva. Voltou a ser preso e foi deportado para Cabo Verde. Devido às pressões internacionais, foi transferido para Lisboa, permanecendo em residência vigiada. Em 1962, conseguiu evadir-se de Portugal com a família, indo para Léopoldville, República do Congo, local onde estava sediado o Movimento Popular de Libertação de Angola - MPLA. Neste mesmo ano, foi eleito presidente do partido. Como presidente do MPLA, António Agostinho Neto passou a liderar a luta armada contra o colonialismo, em favor da libertação nacional. Aos 11 de novembro de 1975, proclamou a independência de Angola, tornando-se, assim, o primeiro Presidente da Nação, função que exerceu até a sua morte.