• 967 224 138
  • Contactos

Voz Própria – Jorge Ginja e Mário Viegas – Poesia Resistência e Liberdade

LT010413
2021
Jorge Ginja

Autores Mário Viegas
Editora In-Libris
Idioma Português PT
Estado : Novo
Encadernação : Capa dura
Disponib. - Em stock

€40
Mais detalhes
  • Ano
  • 2021
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT010413
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 23,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 194 + VIII

Descrição

"Este livro provém de um achado. Um achado “arqueológico”, se assim lhe quisermos chamar. Transporta-nos a um tempo em que a poesia não podia dizer.

As bobines que Jorge Ginja guardou por mais de 50 anos foram gravadas pedindo ele, emprestada, a voz a Mário Viegas para que lhe dissesse as poesias que queria levar para a guerra.

Fazemos agora, com elas, um livro. Constitui-se por estas palavras (outrora) ditas pelo jovem Viegas quando tinha 21 anos.

Criamos-lhe dois caminhos: um, pode ser percorrido por via dos dois compact disc colocados na pasta anterior deste livro e leva-nos ao todo da obra gravada; outro, oferece-nos cada texto individualmente. O leitor encontrará, no início de cada escrito, um pequeno QR code a que facilmente poderá aceder com o seu telemóvel. Este é o caminho que nos leva a cada poema, um de cada vez.

Nas portadas que anunciam a poesia e o teatro, um QR code o guiará até ao conjunto destas secções em modo contínuo.

Estas gravações não foram criadas com a intenção de se virem a tornar públicas, pelo que se verificam algumas pequenas divergências entre os textos ditos e os textos impressos nas edições originais que optámos por aqui utilizar."

Abrem o livro os textos "Uma breve palavra" de Manuela Jorge e "Um gravador, uma fita e a poesia" de Manuel Alegre.

Bela edição com chancela da In-Libris, acompanhada por 13 imagens saídas da objectiva do fotógrafo Paulo Gaspar Ferreira, impressas a negro sobre papel creme.

A pasta da frente alberga dois Compact Disc's que registam a voz de Mário Viegas dizendo os textos que integram esta edição.

 

A presente edição é composta pelos textos:

POESIA

01. Elegia para uma gaivota — Sebastião da Gama

02. [Nunca encontrei um pássaro morto na floresta] — José Gomes Ferreira

03. Liberdade — Armindo Rodrigues

04. Homem, abre os olhos e verás — Armindo Rodrigues

05. [Palavras não existem] — Gastão Cruz

06. Correio — Manuel Alegre

07. Rosas vermelhas — Manuel Alegre

08. Fala de um viajante de terceira classe — Manuel Alegre

09. Metralhadoras cantam — Manuel Alegre

10. Poemarma — Manuel Alegre

11. País de Abril — Manuel Alegre

12. A primeira canção com lágrimas — Manuel Alegre

13. Lenda do soldado morto — Bertolt Brecht

14. Aos que vão nascer — Bertolt Brecht

15. Canção do dramaturgo — Bertolt Brecht

16. Cartilha de guerra alemã — Bertolt Brecht

17. Trovas geneológicas — José Carlos Ary dos Santos

18. Catinga de inimigo — José Carlos Ary dos Santos

19. A comichão do poema — José Carlos Ary dos Santos

20. Pavana para uma burguesa defunta — José Carlos Ary dos Santos

21. [A cidade é um chão de palavras pisadas] — José Carlos Ary dos Santos

22. O turismo — José Carlos Ary dos Santos

23. Lisbon by night — José Carlos Ary dos Santos

24. A agua de Lourdes — Guerra Junqueiro

25. Catedral de Burgos — António Gedeão

26. Poema para Galileo — António Gedeão

27. De porta em porta — Alexandre O’Neill

28. Periclitam os grilos — Alexandre O’Neill

29. Uma Lisboa remanchada. Avenida da Liberdade — Alexandre O’Neill

30. Uma Lisboa remanchada. Chiado — Alexandre O’Neill

31. Uma Lisboa remanchada. Parque Eduardo VII — Alexandre O’Neill

32. Uma Lisboa remanchada. Travessa do Poço da Cidade — Alexandre O’Neill

33. Uma Lisboa remanchada. Ao Benformoso — Alexandre O’Neill

34. Uma Lisboa remanchada. Beco da Mal-Amada — Alexandre O’Neill

35. Uma Lisboa remanchada. Azinhaga do Guarda-Só — Alexandre O’Neill

36. Uma Lisboa remanchada. No Mestre Escama: Azulejo — Alexandre O’Neill

37. Caixadóclos — Alexandre O’Neill

38. Cortejo — Alexandre O’Neill

39. Sonetos garantidos… — Alexandre O’Neill

40. O quotidiano «não» — Alexandre O’Neill

41. Um adeus português — Alexandre O’Neill

42. (O desespero da piedade) — Vinicius de Moraes

43. O operário em construção — Vinicius de Moraes

44. O homem invisível — Pablo Neruda

45. Ode ao pão — Pablo Neruda

46. Fábula — Joaquim Namorado

47. Aventura nos mares do sul — Joaquim Namorado

TEATRO

48. Pequenos burgueses (cena da peça) — Máximo Gorki

49. Os malefícios do tabaco — Anton Tchékhov

Voz Própria – Jorge Ginja e Mário Viegas – Poesia Resistência e Liberdade

€40

LT010413
2021
Jorge Ginja
Autores Mário Viegas
Editora In-Libris
Idioma Português PT
Estado : Novo
Encadernação : Capa dura
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 2021
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT010413
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 23,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 194 + VIII
Descrição

"Este livro provém de um achado. Um achado “arqueológico”, se assim lhe quisermos chamar. Transporta-nos a um tempo em que a poesia não podia dizer.

As bobines que Jorge Ginja guardou por mais de 50 anos foram gravadas pedindo ele, emprestada, a voz a Mário Viegas para que lhe dissesse as poesias que queria levar para a guerra.

Fazemos agora, com elas, um livro. Constitui-se por estas palavras (outrora) ditas pelo jovem Viegas quando tinha 21 anos.

Criamos-lhe dois caminhos: um, pode ser percorrido por via dos dois compact disc colocados na pasta anterior deste livro e leva-nos ao todo da obra gravada; outro, oferece-nos cada texto individualmente. O leitor encontrará, no início de cada escrito, um pequeno QR code a que facilmente poderá aceder com o seu telemóvel. Este é o caminho que nos leva a cada poema, um de cada vez.

Nas portadas que anunciam a poesia e o teatro, um QR code o guiará até ao conjunto destas secções em modo contínuo.

Estas gravações não foram criadas com a intenção de se virem a tornar públicas, pelo que se verificam algumas pequenas divergências entre os textos ditos e os textos impressos nas edições originais que optámos por aqui utilizar."

Abrem o livro os textos "Uma breve palavra" de Manuela Jorge e "Um gravador, uma fita e a poesia" de Manuel Alegre.

Bela edição com chancela da In-Libris, acompanhada por 13 imagens saídas da objectiva do fotógrafo Paulo Gaspar Ferreira, impressas a negro sobre papel creme.

A pasta da frente alberga dois Compact Disc's que registam a voz de Mário Viegas dizendo os textos que integram esta edição.

 

A presente edição é composta pelos textos:

POESIA

01. Elegia para uma gaivota — Sebastião da Gama

02. [Nunca encontrei um pássaro morto na floresta] — José Gomes Ferreira

03. Liberdade — Armindo Rodrigues

04. Homem, abre os olhos e verás — Armindo Rodrigues

05. [Palavras não existem] — Gastão Cruz

06. Correio — Manuel Alegre

07. Rosas vermelhas — Manuel Alegre

08. Fala de um viajante de terceira classe — Manuel Alegre

09. Metralhadoras cantam — Manuel Alegre

10. Poemarma — Manuel Alegre

11. País de Abril — Manuel Alegre

12. A primeira canção com lágrimas — Manuel Alegre

13. Lenda do soldado morto — Bertolt Brecht

14. Aos que vão nascer — Bertolt Brecht

15. Canção do dramaturgo — Bertolt Brecht

16. Cartilha de guerra alemã — Bertolt Brecht

17. Trovas geneológicas — José Carlos Ary dos Santos

18. Catinga de inimigo — José Carlos Ary dos Santos

19. A comichão do poema — José Carlos Ary dos Santos

20. Pavana para uma burguesa defunta — José Carlos Ary dos Santos

21. [A cidade é um chão de palavras pisadas] — José Carlos Ary dos Santos

22. O turismo — José Carlos Ary dos Santos

23. Lisbon by night — José Carlos Ary dos Santos

24. A agua de Lourdes — Guerra Junqueiro

25. Catedral de Burgos — António Gedeão

26. Poema para Galileo — António Gedeão

27. De porta em porta — Alexandre O’Neill

28. Periclitam os grilos — Alexandre O’Neill

29. Uma Lisboa remanchada. Avenida da Liberdade — Alexandre O’Neill

30. Uma Lisboa remanchada. Chiado — Alexandre O’Neill

31. Uma Lisboa remanchada. Parque Eduardo VII — Alexandre O’Neill

32. Uma Lisboa remanchada. Travessa do Poço da Cidade — Alexandre O’Neill

33. Uma Lisboa remanchada. Ao Benformoso — Alexandre O’Neill

34. Uma Lisboa remanchada. Beco da Mal-Amada — Alexandre O’Neill

35. Uma Lisboa remanchada. Azinhaga do Guarda-Só — Alexandre O’Neill

36. Uma Lisboa remanchada. No Mestre Escama: Azulejo — Alexandre O’Neill

37. Caixadóclos — Alexandre O’Neill

38. Cortejo — Alexandre O’Neill

39. Sonetos garantidos… — Alexandre O’Neill

40. O quotidiano «não» — Alexandre O’Neill

41. Um adeus português — Alexandre O’Neill

42. (O desespero da piedade) — Vinicius de Moraes

43. O operário em construção — Vinicius de Moraes

44. O homem invisível — Pablo Neruda

45. Ode ao pão — Pablo Neruda

46. Fábula — Joaquim Namorado

47. Aventura nos mares do sul — Joaquim Namorado

TEATRO

48. Pequenos burgueses (cena da peça) — Máximo Gorki

49. Os malefícios do tabaco — Anton Tchékhov