Movimento de emancipação da mulher, na China.
«Nós partimos para a China em Novembro de 1971. Nós, quer dizer, doze mulheres, tanto da provincia como de Paris, estudantes, empregadas de escritório, uma camponesa, uma mulher de um operário, já avó; umas celibatárias, outras mães de uma, duas, três, cinco ou seis crianças. Há, no entanto, um traço comum, somos todas militantes para a libertação das mulheres. Esta viagem de seis semanas tinha por objecto o estudo da experiência revolucionária chinesa no que respeita à emancipação feminina. É a partir desta viagem, das reflexões, dos debates que provocou entre nós, bem como da sua confrontação com o nosso trabalho anterior e das nossas experiências individuais, que escrevi este livro. Contudo, não podemos considerá-lo como o ponto de vista unificado de um grupo; nem como o resultado e a expressão de um trabalho colectivo. Eventualmente, nisto ou naquilo, algumas de nós podem estar em desacordo com as posições expressas. Por outro lado, quero agradecer aqui a Françoise Chomienne pela sua colaboração neste livro.»
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Movimento de emancipação da mulher, na China.
«Nós partimos para a China em Novembro de 1971. Nós, quer dizer, doze mulheres, tanto da provincia como de Paris, estudantes, empregadas de escritório, uma camponesa, uma mulher de um operário, já avó; umas celibatárias, outras mães de uma, duas, três, cinco ou seis crianças. Há, no entanto, um traço comum, somos todas militantes para a libertação das mulheres. Esta viagem de seis semanas tinha por objecto o estudo da experiência revolucionária chinesa no que respeita à emancipação feminina. É a partir desta viagem, das reflexões, dos debates que provocou entre nós, bem como da sua confrontação com o nosso trabalho anterior e das nossas experiências individuais, que escrevi este livro. Contudo, não podemos considerá-lo como o ponto de vista unificado de um grupo; nem como o resultado e a expressão de um trabalho colectivo. Eventualmente, nisto ou naquilo, algumas de nós podem estar em desacordo com as posições expressas. Por outro lado, quero agradecer aqui a Françoise Chomienne pela sua colaboração neste livro.»